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General brasileiro em forças dos EUA atrapalha laços com Moscou e Pequim, diz especialista

A decisão do Brasil de enviar um oficial para integrar as Forças Armadas dos Estados Unidos deve atrapalhar as relações do país com importantes aliados, como China e Rússia. A avaliação é do especialista em Relações Internacionais Paulo Velasco, que conversou nesta segunda-feira com a Sputnik sobre esse polêmico assunto.
Sputnik

Na última semana, se tornou pública no Brasil a notícia de que o país indicará, até o final do ano, um general para assumir um posto no Comando Sul (SouthCom) dos EUA, que cobre América Central, Caribe e América do Sul, provocando controvérsias.


De acordo com o comandante responsável, o almirante Craig Faller, os interesses norte-americanos na região seriam ameaçados por Rússia, China, Irã, Venezuela, Cuba e Nicarágua, países com os quais o Brasil poderá ter relações prejudicadas por conta dessa situação, conforme acredita Velasco, professor adjunto de Política Internacional do Departamento de Relações Internacionais da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (U…

Coreia do Norte detona 10 postos de observação na zona desmilitarizada

Pyongyang eliminou dez postos de observação na zona desmilitarizada entre os Estados coreanos, informou o Ministério da Defesa da Coreia do Sul.


Sputnik

Representantes militares da Coreia do Norte e do Sul no âmbito da cúpula intercoreana em Pyongyang, em 19 de setembro, anunciaram um acordo para liquidar, até o final de novembro, 11 postos de observação localizados na zona desmilitarizada de cada lado da fronteira.


Explosão na zona desmilitarizada (imagem referencial)
Reuters

Posteriormente, o Ministério da Defesa sul-coreano afirmou que "um acordo foi alcançado" para manter um posto de segurança em cada Coreia. Os 20 postos restantes (10 de cada lado da fronteira) devem ser eliminados de acordo com o contrato original até o fim do mês.

"O lado norte-coreano, como negociado hoje, em 20 de novembro […] liquidou dez postos de observação por meio de uma explosão", diz a declaração das autoridades sul-coreanas no Facebook.

O ministério sul-coreano notou que havia recebido um aviso prévio sobre os planos do lado norte-coreano e supervisionou o processo. O departamento também publicou fotos das explosões.

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