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Militares juntam-se à polícia em protesto dos "coletes amarelos". Há 31 detidos

Os militares da operação antiterrorista "Sentinela" foram mobilizados para proteger as principais instituições francesas. Ao final da manhã, os coletes amarelos eram ainda em pequeno número na capital e quase invisíveis entre a população.
Diário de Notícias

As forças armadas francesas juntaram-se à polícia, este sábado, em Paris, para enfrentar o 19º fim de semana consecutivo de protestos dos coletes amarelos contra o governo do presidente Emmanuel Macron. Ao final da manhã, com os locais habituais de manifestação interditos e o reforço militar junto às principais instituições francesas, os "coletes amarelos" passavam quase despercebidos entre turistas e parisienses.

Segundo a Reuters, o governo francês decidiu mobilizar os militares da operação antiterrorista "Sentinela", depois de ter proibido os manifestantes de se reunirem nos Campos Elísios, onde no último fim de semana dezenas de lojas foram destruídas e algumas completamente pilhadas.

Além da presença …

Departamento de Estado: EUA vai impor novas sanções contra a Rússia pelo caso Skripal

Os Estados Unidos pretendem avançar com a imposição de sanções adicionais contra a Rússia pelo ataque contra o agente russo Sergei Skripal, conforme exigido por lei, disse à Sputnik a porta-voz do Departamento de Estado, Heather Nauert.


Sputnik

"Hoje, o Departamento informou ao Congresso que não podíamos certificar que a Federação Russa atendia às condições exigidas pela Lei de Eliminação de Guerra e Controle de Armas Químicas e Biológicas de 1991", disse Nauert. "Pretendemos proceder de acordo com os termos da Lei CBW, que orienta a implementação de sanções adicionais".


Militares limpando os pontos relacionados ao envenenamento de Skripal em Salisbury.
© Sputnik / Alex McNaughton

Nauert acrescentou que o Departamento de Estado está consultando o Congresso sobre as sanções, como também é exigido pela lei.

Os Estados Unidos acusaram a Rússia de envolvimento no ataque do agente nervoso de 4 de março a Skripal e sua filha Yulia, na cidade inglesa de Salisbury, uma reivindicação repetidamente negada por Moscou.

"A Lei de Armas Biológicas Químicas determina que o Departamento de Estado certifique ao Congresso se a Rússia cumpriu as condições exigidas pela lei três meses após a determinação inicial do caso Skripal. Essa determinação inicial foi feita em 6 de agosto e isso nos leva a 6 de novembro", disse o porta-voz adjunto do Departamento de Estado, Robert Palladino, em uma coletiva de imprensa na semana passada.

As condições impostas por Washington a Moscou incluem a Rússia cessar suas alegadas armas químicas e garantir que não as utilizará, além de permitir que inspetores internacionais verifiquem essas garantias, segundo o Departamento de Estado.

Palladino também disse que não há cronograma associado às consultas do Departamento de Estado com o Congresso sobre a nova onda de sanções contra a Rússia.

O enviado russo aos Estados Unidos, Anatoly Antonov, disse que Moscou tem recebido informações conflitantes sobre os tipos de novas sanções norte-americanas que podem ser aplicadas.

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