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Expansão da OTAN na Europa é uma 'relíquia da Guerra Fria', diz Putin

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, disse em entrevista à imprensa sérvia publicada nesta quarta-feira (horário local) que a Rússia não quer uma nova corrida armamentista.
Sputnik

"Não vamos fechar os olhos ao desdobramento de mísseis de cruzeiro dos EUA [na Europa] e sua ameaça direta à nossa segurança. Teremos que tomar medidas eficazes de retaliação. Mas como país responsável e sensato, a Rússia não está interessada em uma nova corrida armamentista", afirmou.


Segundo o presidente russo, Moscou enviou em dezembro a Washington algumas propostas sobre a manutenção do Tratado INF. Além disso, Putin destacou que a Rússia está pronta para um diálogo sério com os Estados Unidos sobre toda a agenda estratégica.

No entanto, os Estados Unidos parecem ter uma política de "desmantelamento" em relação ao controle global de armas, acrescentou o presidente russo.

Durante a entrevista aos meios de comunicação sérvios, Putin também instou os parceiros ocidentais a estabelecer um …

Equipe saudita deve ter obedecido ordens em caso Khashoggi, diz Turquia

Uma equipe saudita de 15 homens que voou para a Turquia antes do assassinato de Jamal Khashoggi deve ter recebido ordens para agir, disse o ministro das Relações Exteriores da Turquia, embora tenha reiterado a opinião de Ancara de que as orientações não partiram do rei Salman.


Por Ece Toksabay | Reuters

ANCARA (Reuters) - Falando a repórteres em Tóquio, Mevlut Cavusoglu acrescentou que a Arábia Saudita tem a responsabilidade de dizer à Turquia o que aconteceu com o corpo de Khashoggi, de acordo com a agência de notícias Anadolu.


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Ministro das Relações Exteriores da Turquia, Mevlut Cavusoglu | 30/10/2018 REUTERS/Murad Sezer

Khashoggi, colunista do Washington Post que era crítico do governo saudita e de seu governante de fato, o príncipe herdeiro Mohammed bin Salman, desapareceu no consulado saudita em Istambul no dia 2 de outubro.

Inicialmente autoridades sauditas insistiram que Khashoggi deixou o consulado, e depois disseram que ele morreu em uma “operação ilegal”. Mais tarde o procurador-geral do reino, Saud al-Mojeb, disse que ele foi assassinado de maneira premeditada.

O presidente turco, Tayyip Erdogan, que exigiu mais informações à Arábia Saudita diversas vezes, também pediu que autoridades sauditas digam quem em Riad enviou uma equipe de 15 homens que é suspeita de envolvimento no assassinato.

“Esta equipe de 15 homens não veio à Turquia por conta própria, eles vieram obedecendo ordens. Sem as devidos ordens e permissões 15 pessoas não podem vir da Arábia Saudita parta matar um de seus próprios cidadãos”, disse Cavusoglu.

O chanceler disse que Erdogan conversou com o rei saudita Salman duas vezes após o assassinato e que tem certeza de que o rei não daria ordens para matar alguém.

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