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Marinha da Argentina fala sobre localização do submarino ARA San Juan

Embarcação desaparecida há 1 ano foi localizada neste sábado a 907 metros de profundidade. Ainda não há previsão de início dos trabalhos de resgate. 'Não temos meios para resgatar o submarino', diz ministro.
Por G1

A Marinha da Argentina informou neste sábado (17) que o submarino ARA San Juan, que sumiu há 1 ano com 44 tripulantes, foi encontrado a 907 metros de profundidade em uma área de "visibilidade bastante reduzida", e que a embarcação sofreu uma "implosão" no fundo das águas do Oceano Atlântico.

Segundo Enrique Balbi, porta-voz da Marinha, a proa, a popa e a vela se desprenderam do submarino e estão localizadas em uma área de 80 a 100 metros. “Isso sugere que a implosão tenha ocorrido muito perto do fundo”, disse.

Segundo a Marinha, as imagens mostram que o casco do submarino permaneceu bastante intacto, apenas com algumas deformações, e que todas as outras partes se desprenderam. A implosão teria ocorrido em razão da pressão externa do mar ter superado …

Equipe saudita deve ter obedecido ordens em caso Khashoggi, diz Turquia

Uma equipe saudita de 15 homens que voou para a Turquia antes do assassinato de Jamal Khashoggi deve ter recebido ordens para agir, disse o ministro das Relações Exteriores da Turquia, embora tenha reiterado a opinião de Ancara de que as orientações não partiram do rei Salman.


Por Ece Toksabay | Reuters

ANCARA (Reuters) - Falando a repórteres em Tóquio, Mevlut Cavusoglu acrescentou que a Arábia Saudita tem a responsabilidade de dizer à Turquia o que aconteceu com o corpo de Khashoggi, de acordo com a agência de notícias Anadolu.


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Ministro das Relações Exteriores da Turquia, Mevlut Cavusoglu | 30/10/2018 REUTERS/Murad Sezer

Khashoggi, colunista do Washington Post que era crítico do governo saudita e de seu governante de fato, o príncipe herdeiro Mohammed bin Salman, desapareceu no consulado saudita em Istambul no dia 2 de outubro.

Inicialmente autoridades sauditas insistiram que Khashoggi deixou o consulado, e depois disseram que ele morreu em uma “operação ilegal”. Mais tarde o procurador-geral do reino, Saud al-Mojeb, disse que ele foi assassinado de maneira premeditada.

O presidente turco, Tayyip Erdogan, que exigiu mais informações à Arábia Saudita diversas vezes, também pediu que autoridades sauditas digam quem em Riad enviou uma equipe de 15 homens que é suspeita de envolvimento no assassinato.

“Esta equipe de 15 homens não veio à Turquia por conta própria, eles vieram obedecendo ordens. Sem as devidos ordens e permissões 15 pessoas não podem vir da Arábia Saudita parta matar um de seus próprios cidadãos”, disse Cavusoglu.

O chanceler disse que Erdogan conversou com o rei saudita Salman duas vezes após o assassinato e que tem certeza de que o rei não daria ordens para matar alguém.

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