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Empresa chinesa faz peças para F-35? Revelação surge em meio a polêmicas envolvendo Huawei

Em meio à briga contínua entre os EUA e a gigante tecnológica chinesa Huawei, classificada como ameaça à segurança por Washington, verificou-se que uma subsidiária com sede no Reino Unido de uma companhia chinesa fabrica peças para os jatos americanos F-35.
Sputnik

Trata-se da companhia chinesa Exception PCB, com sede no condado britânico de Gloucestershire, que fabrica placas de circuitos que controlam os motores, iluminação, combustível e sistemas de navegação dos caças F-35 – o sistema de armas mais caro já feito.

De acordo com a emissora britânica Sky, citando materiais divulgados pelo Ministério da Defesa do Reino Unido, a empresa que fabrica componentes para os caças da Lockheed Martin foi comprada em 2013 pela companhia chinesa Shenzhen Fastprint, que inclusive já participou da fabricação de caças Eurofighter Typhoon e de helicópteros de ataque Apache.

"A Exception PCB, com sede em Gloucestershire, fabrica placas de circuito impresso que controlam muitas das principais capacid…

Estados Unidos admitem que caça F-35 é vulnerável a hackers

A Força Aérea dos EUA está envidando esforços para colmatar as falhas de cibersegurança nos sistemas de apoio externo dos caças F-35, já que estes são considerados os pontos de entrada mais fáceis para os hackers na aeronave de quinta geração, escreve o portal Defense News.


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"É um avião baseado em software e qualquer plataforma baseada em software será vulnerável a ataques de hackers", disse o general de brigada Stephen Jost, diretor do Escritório de Integração do F-35 da Força Aérea, citado pelo portal.


Caça norte-americano F-35
F-35 Lightning II | CC BY 2.0 / Heath Cajandig

O serviço considera o sistema de informação do avião em si relativamente seguro. Mas a confiança na segurança diminui "à medida que nos afastamos do aparelho", disse Jost, falando do Sistema de Informação Logística Autônoma ou do Ambiente de Reprogramação Conjunta, sublinhando que nestes há "muitos nós de vulnerabilidade que estamos tentando reforçar".

O sistema de Informação Logística Autônoma (ALIS, na sigla em inglês) é um aplicativo-chave, desenhado para oferecer uma automatização sem precedentes no monitoramento do estado dos componentes do avião.

O Ambiente de Reprogramação Conjunta, por sua vez, se refere aos laboratórios de software do governo que compilam séries de características atualizadas de ameaças, como por exemplo tanques russos, para depois serem incorporados no veículo para que seus sensores possam reconhecer os alvos.

Além disso, os militares se preocupam com os simuladores de voo do F-35, que também podem ser atraentes para hackers buscando informações sobre a aeronave. Outra possível fonte de vulnerabilidades é a introdução de aplicativos sem fios para facilitar a manutenção na linha de voo, segundo Jost.

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