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Marinha do Brasil simula resgate de civis em área de conflito ou desastre natural (VÍDEO)

A Marinha do Brasil realizou entre os dias 6 e 14 de novembro a Operação Atlântico, na praia de Itaoca, no Espírito Santo. A simulação deste ano treinou os oficiais para casos em que houvesse resgate de civis em uma área de conflito armado ou que foram alvos de desastres naturais.
Sputnik

Era por volta de 5h40 do dia 10 de novembro, um sábado, ainda estava amanhecendo, quando o Almirante Paulo Martinho Zucaro, Comandante da Força de Fuzileiros da Esquadra, olhou e disse para a reportagem da Sputnik Brasil: "É guerra".


A declaração foi dada para explicar os motivos de se realizar um treinamento deste porte mesmo em condições extremamente desfavoráveis. A chuva era forte, as ondas na beira da praia atingiam 1,5 metros e os ventos chegaram a 20 km/h. O nível de dificuldade preocupava o alto comando, mas não foi um problema para os fuzileiros e marinheiros.

Antes do amanhecer, sete Carros Lagarta Anfíbios (CLAnf) chegaram à praia e deram início ao desembarque. Após eles chegarem foi…

EUA anunciam países dispensados de sanções impostas ao Irã

O governo dos Estados Unidos sancionou nesta segunda-feira 700 indivíduos, empresas e entidades do Irã, entre elas a Organização da Energia Atômica da República Islâmica, mas anunciou que oito países - China, Índia, Itália, Grécia, Japão, Coreia do Sul, Taiwan e Turquia - estarão isentos dessas restrições.


EFE

Washington - O secretário de Estado americano, Mike Pompeo, anunciou em entrevista coletiva os oito países que estarão isentos durante seis meses das sanções que Washington voltou a impor hoje sobre Teerã como parte de sua decisão de voltar ao regime anterior à assinatura do acordo nuclear internacional firmado em julho de 2015.


O secretario de Estado dos Estados Unidos, Mike Pompeo (esq.), e o Secretario do Tesoro, Steven Mnuchin (dir.). EFE/ Michael Reynolds
O secretario de Estado dos Estados Unidos, Mike Pompeo (esq.), e o Secretario do Tesoro, Steven Mnuchin (dir.). EFE/ Michael Reynolds

Pompeo explicou que essas isenções foram concedidas sob "circunstâncias especiais" e indicou que, apesar da rejeição às sanções por parte da União Europeia (UE) e de outros países, "as companhias europeias já tomaram sua decisão" ao deixarem, em alguns casos, o mercado iraniano.

Além disso, o secretário de Estado considerou que os EUA foram "sinceramente muito claros" com todos os países europeus e garantiu que "muitos deles apoiam" as iniciativas de Washington para pressionar Teerã.

Em setembro, representantes da União Europeia (UE) e dos cinco países que seguem respaldando o pacto nuclear - Rússia, China, França, Reino Unido e Alemanha - chegaram a um acordo para criar uma entidade especial para facilitar os negócios com o Irã e evitar as sanções.

"No centro de nossos esforços está uma campanha sem precedentes de pressão econômica. Nosso objetivo é reduzir as receitas que o regime iraniano utiliza para financiar suas atividades desestabilizadoras no Oriente Médio e no mundo todo", frisou Pompeo.

O secretário de Estado americano expressou o desejo de Washington de estabelecer "um novo pacto" com o Irã, mas alertou que não voltará à mesa de negociações até que Teerã cumpra com uma série de requisitos em seu programa nuclear e de mísseis.

À 0h01 de Washington desta segunda-feira (3h em Brasília), entrou em vigor a nova rodada de sanções dos EUA, que incluem restrições à venda de petróleo e gás.

Entre os sancionados está a Organização da Energia Atômica do Irã, encarregada de implementar as restrições ao programa de energia nuclear do Irã; assim como 50 bancos, entre os quais se destacam o Banco de Desenvolvimento de Exportações do Irã e o Banco Central.

No total, incluindo as restrições a 700 indivíduos e entidades de hoje, Washington impôs mais de 900 sanções nos dois anos de governo do atual presidente Donald Trump, o que representa "o nível mais alto de pressão econômica" que os EUA jamais impuseram sobre Teerã, disse o Departamento do Tesouro americano em comunicado.

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