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Militares juntam-se à polícia em protesto dos "coletes amarelos". Há 31 detidos

Os militares da operação antiterrorista "Sentinela" foram mobilizados para proteger as principais instituições francesas. Ao final da manhã, os coletes amarelos eram ainda em pequeno número na capital e quase invisíveis entre a população.
Diário de Notícias

As forças armadas francesas juntaram-se à polícia, este sábado, em Paris, para enfrentar o 19º fim de semana consecutivo de protestos dos coletes amarelos contra o governo do presidente Emmanuel Macron. Ao final da manhã, com os locais habituais de manifestação interditos e o reforço militar junto às principais instituições francesas, os "coletes amarelos" passavam quase despercebidos entre turistas e parisienses.

Segundo a Reuters, o governo francês decidiu mobilizar os militares da operação antiterrorista "Sentinela", depois de ter proibido os manifestantes de se reunirem nos Campos Elísios, onde no último fim de semana dezenas de lojas foram destruídas e algumas completamente pilhadas.

Além da presença …

Exército: Síria tem direito de combater EUA no seu território de todos os modos possíveis

A Síria tem direito de combater a presença militar dos EUA e outros países da coalizão internacional no seu território de todos os modos possíveis, disse o general de brigada Hasan Ahmad Hasan.


Sputnik

Comentando a criação de uma nova base militar francesa perto da cidade síria de Raqqa, Hasan lembrou que a França faz parte da coalizão internacional de luta contra o Daesh (organização terrorista proibida na Rússia), encabeçada pelos EUA.


Exército sírio finalmente liberta a província de Daraa
Militares sírios © Sputnik / Mikhail Alaeddin

"A França faz parte de uma coalizão que declarou sua intenção de dividir o país e toda a região. Esta é a lógica principal das suas ações", disse ele em uma entrevista à Sputnik.

O general de brigada lembrou também que um Estado só tem o direito de estar presente militarmente em outro Estado a pedido deste ou se tiver o mandato do Conselho de Segurança das Nações Unidas.

"Portanto, a única presença [estrangeira] é a presença militar russa, das forças iranianas e das forças da resistência nacional do Líbano [o movimento Hezbollah], que chegaram ao país e ficam no território sírio a pedido da Síria. Quaisquer outras formas de presença militar, tais como a turca, estadunidense, britânica, francesa, alemã ou dos países do golfo Pérsico, quaisquer outras formas de presença militar e o envio de forças armadas são ilegais", explicou Hasan.

"Dado que o Estado não controla algumas regiões geográficas do país, o Estado e os que o apoiam têm o direito de combater essa presença ilegal, essa ocupação de todos os modos possíveis", afirmou ele.

O general sublinhou que o objetivo da coalizão é manter o status quo o maior tempo possível, frente à sua incapacidade de atingir seu objetivo principal – a divisão da Síria.

Além disso, Hasan sublinhou que, em vez de combater o Daesh, os EUA e seus aliados da coalizão apoiam os terroristas.

"É precisamente essa coalizão que chefia o Daesh e controla suas atividades, é ela que distribui tarefas entre vários grupos […] O único fato provado a todo o mundo é que os EUA e seus aliados não combatem o terrorismo, eles só fingem combater", declarou ele.

Como prova disso, o general lembrou as informações de que aviões e helicópteros dos EUA evacuaram os líderes do Daesh das zonas de combate.

"Quando o Exército sírio avançava em qualquer região, a aviação dos EUA realizava uma agressão direita contra ele. Para além da aviação estadunidense, havia a israelense ou a aviação de outros países, o que prova que a coalizão combate contra tudo exceto o terrorismo", revelou ele.

Hasan sublinha que as autoridades sírias têm a intenção de recuperar todos os territórios que estão sob ocupação turca, norte-americana e de outras forças.

"Os que pensam que a Síria deixará qualquer pedaço de terra sob o controle das forças turcas, norte-americanas ou quaisquer outras, devem pensar mais uma vez", disse ele.

Hasan comentou também que o fornecimento dos sistemas de defesa aérea S-300 pela Rússia, como parte da resposta de Moscou aos ataques aéreos israelenses na Síria que levaram à derrubada acidental de um avião russo, minimizou a possibilidade de os novos ataques de Israel contra a Síria serem bem sucedidos.

A Síria está em estado de guerra civil desde 2011. As forças do governo enfrentam grupos de oposição e organizações terroristas. A Rússia, ao lado da Turquia e do Irã, é um dos países garantes do regime de cessar-fogo na Síria.

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