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China desenvolve 2 novos bombardeiros furtivos ao mesmo tempo, diz inteligência americana

A Força Aérea da China, que já tem dois caças furtivos, está trabalhando em dois novos projetos de aviões furtivos de médio e longo alcance, informou um relatório da inteligência militar dos EUA.
Sputnik

Os fabricantes de aviões chineses estão envolvidos em dois projetos de bombardeiros furtivos ao mesmo tempo, informou a edição Aviation Week, citando um relatório da Agência de Inteligência do Departamento de Defesa dos EUA.


A existência de um desses projetos, H-20 ou H-X, foi confirmada pela Força Aérea Chinesa em 2017. Entretanto, não foi divulgada nenhuma informação confiável sobre o segundo projeto.

De acordo com o Pentágono, o segundo projeto, designado JH-XX, envolve o desenvolvimento de um caça-bombardeiro de médio alcance. O avião será equipado com radar AESA, mísseis ar-ar e mísseis ar-terra. Os especialistas em inteligência militar estadunidense acreditam que essa aeronave entrará em serviço da Força Aérea chinesa não antes de 2025.

No desenvolvimento desses novos aviões de comba…

Expansão do bloco militar ocidental é 'loucura', acredita analista estadunidense

Para o colunista de um dos diários norte-americanos mais prestigiados, a expansão constante da Aliança Atlântica para o leste é uma "loucura" que provavelmente levará a um conflito com a Rússia.


Sputnik

De acordo com o jornalista da edição The Washington Post, Todd Wood, a possível adesão da Geórgia e Ucrânia ao bloco não trará nenhum benefício aos norte-americanos.


U.S. Black Hawk helicopters were deployed to reassure NATO's European allies after Russia's invasion in Ukraine. (Associated Press/File)
Helicópteros Black Hawk dos EUA foram mobilizados para tranquilizar os aliados europeus da OTAN após a invasão da Rússia na Ucrânia. (Associated Press)

"Podemos ajudar a defender a liberdade nessas regiões. Podemos treinar, equipar, vender armas e oferecer outros tipos de assistência. Entretanto, pôr as vidas de americanos em perigo por tais países como a Ucrânia ou a Geórgia não tem nenhum sentido. Já basta", escreve Wood.

Na opinião dele, Washington não deve oferecer a Kiev uma esperança de se juntar à OTAN, enquanto os ucranianos e os georgianos devem garantir sua própria proteção e não transferir as responsabilidades para o Pentágono. Assim, Tbilisi e Kiev bem poderiam criar suas próprias alianças em vez de se esforçarem para entrar na Aliança Atlântica, acredita o autor.

"Sejamos francos: a OTAN não é nada sem os EUA. A Alemanha só tem alguns caças para voar. A OTAN não é uma aliança de verdade. É um prêmio de segurança estadunidense para as nações da Europa que não querem se defender", assegura Wood.

Em seu artigo, o autor alerta que a situação, tomando em consideração a atual retórica, pode logo sair fora de controle.

"Nesta semana, Moscou declarou que, caso a Geórgia ou a Ucrânia aderissem à OTAN, a Rússia 'seria obrigada a agir'. […] Francamente, eles não têm escolha. Qualquer líder russo que se respeite teria que reagir ou sair. Acabem com a loucura. Acabem com o impulso para o conflito. Alguém está querendo uma guerra muito mesmo. Pela nossa geração mais jovem, eu não", resume Wood.

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