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EUA podem dobrar contingente militar na América do Sul, diz chefe da inteligência russa

Os EUA podem aumentar seu contingente militar na América Central e do Sul de 20 mil para 40 mil homens, disse o vice-almirante Igor Kostyukov, chefe do Departamento Central de Inteligência (GRU, sigla em russo), do Estado-Maior das Forças Armadas da Rússia.
Sputnik

"Embora na América Latina não haja ameaça militar direta para a segurança dos EUA, Washington tem uma presença militar significativa [na região]. O Comando Conjunto das Forças Armadas dos EUA implantou na América Central e do Sul um contingente de 20 mil militares. No período de ameaças este pode aumentar para 40 mil militares", explicou Kostyukov.


De acordo com ele, os EUA podem provocar uma "revolução colorida" na Nicarágua e Cuba.

"As tecnologias de 'revolução colorida' testadas na Venezuela podem vir a ser usadas em breve na Nicarágua e em Cuba", disse ele.

Segundo Kostyukov, os EUA estão tentando estabelecer o controle total sobre a América Latina.

"A Administração dos EUA considera…

Forças ucranianas atacam área residencial de Donbass com artilharia pesada

Militares ucranianos abriram fogo neste domingo contra áreas residenciais da autoproclamada República Popular de Donetsk (RPD), na região de Donbass.


Sputnik

De acordo com um correspondente da RIA Novosti, o ataque, que inclui artilharia pesada, teria começado pouco antes das 18h de Brasília.


Veículo de emergência médica em Donetsk (foto de arquivo).
Ambulância em Donetsk © Sputnik / Sergei Averin

Na última sexta-feira, o vice-comandante do Comando Operacional da RPD, Eduard Basurin, já havia alertado para a possibilidade de haver um aumento nas atividades militares ucranianas no leste do país devido à chegada de novos armamentos adquiridos da Polônia. Segundo ele, em meados deste mês, uma empresa polonesa entregou mais de 23 mil projéteis para morteiros às forças de Kiev.

A atual operação do Exército ucraniano em Donbass teve início em 2014 com o objetivo de reprimir uma revolta lançada por habitantes de Donetsk e Lugansk insatisfeitos com a brusca mudança de poder ocorrida no mês de fevereiro daquele ano na Ucrânia. Apesar de acordos firmados e diferentes regimes de cessar-fogo estabelecidos ao longo dos últimos anos, os confrontos entre as partes seguem até hoje na região.

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