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Putin ameaça retaliar se EUA instalarem mísseis na Europa

Em seu discurso sobre o estado da nação, presidente russo faz ataques a Washington e promete apontar seu arsenal para os Estados Unidos e para o continente europeu se mísseis americanos atravessarem o Atlântico.
Deutsch Welle

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, alertou nesta quarta-feira (20/02) que seu país responderá a um possível envio de mísseis americanos à Europa, fazendo com que não apenas os países que receberem esses armamentos se tornem alvos, mas também os Estados Unidos.


Em seu discurso anual sobre o estado da nação em Moscou, Putin elevou o tom ao comentar uma nova e potencial corrida armamentista. Ele afirmou que a reação russa a um possível envio seria rigorosa e que as autoridades em Washington – algumas das quais estariam obcecadas com o "excepcionalismo" americano – deveriam calcular os riscos antes de tomar qualquer medida.

"É o direito deles de pensar da forma que quiserem. Mas eles sabem fazer cálculos? Tenho certeza que sabem. Deixemos que eles cal…

Forças ucranianas atacam área residencial de Donbass com artilharia pesada

Militares ucranianos abriram fogo neste domingo contra áreas residenciais da autoproclamada República Popular de Donetsk (RPD), na região de Donbass.


Sputnik

De acordo com um correspondente da RIA Novosti, o ataque, que inclui artilharia pesada, teria começado pouco antes das 18h de Brasília.


Veículo de emergência médica em Donetsk (foto de arquivo).
Ambulância em Donetsk © Sputnik / Sergei Averin

Na última sexta-feira, o vice-comandante do Comando Operacional da RPD, Eduard Basurin, já havia alertado para a possibilidade de haver um aumento nas atividades militares ucranianas no leste do país devido à chegada de novos armamentos adquiridos da Polônia. Segundo ele, em meados deste mês, uma empresa polonesa entregou mais de 23 mil projéteis para morteiros às forças de Kiev.

A atual operação do Exército ucraniano em Donbass teve início em 2014 com o objetivo de reprimir uma revolta lançada por habitantes de Donetsk e Lugansk insatisfeitos com a brusca mudança de poder ocorrida no mês de fevereiro daquele ano na Ucrânia. Apesar de acordos firmados e diferentes regimes de cessar-fogo estabelecidos ao longo dos últimos anos, os confrontos entre as partes seguem até hoje na região.

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