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Capacetes brancos preparam novas provocações na Síria, diz enviado russo na ONU

Membros dos Capacetes Brancos estão preparando novas provocações com substâncias tóxicas na Síria, disse o vice-embaixador russo na ONU, Vladimir Safronkov, nesta quarta-feira (24) na reunião do Conselho de Segurança da ONU.
Sputnik

Safronkov observou que os Capacetes Brancos acusariam o governo sírio pelo uso de tais substâncias.

Mais cedo nesta quarta-feira (24), o Major General Viktor Kupchishin, chefe do Centro Russo para a Reconciliação Síria, argumentou que funcionários da mídia estrangeira na província síria de Hama conduziram uma filmagem falsa da "morte" de uma família supostamente devido ao uso de armas químicas pelas tropas sírias.

Em diversas ocasiões, Moscou e Damasco apontaram que os Capacetes Brancos estavam produzindo provocações envolvendo o uso de armas químicas com o objetivo de culpar o governo da Síria e dar aos países ocidentais justificativas para a intervenção no país.
A estratégia de encenar ataques para usá-los como falsa bandeira tem sido usada repetida…

Governo saudita diz que rei e príncipe herdeiro são 'linha vermelha'

O ministro de Relações Exteriores saudita, Adel al-Jubeir, afirmou que o rei Salman bin Abdulaziz e o príncipe Mohammed Bin Salman são uma "linha vermelha" para a Arábia Saudita e rejeitou o suposto envolvimento do herdeiro da coroa saudita no assassinato do jornalista Jamal Khashoggi.


EFE

Riad - "A liderança do reino da Arábia Saudita representada nas guardas das duas mesquitas sagradas (o rei) e o príncipe herdeiro são uma linha vermelha e não permitiremos tentativa algum de atacar nossos líderes", afirmou Al-Jubeir em entrevista publicada nesta terça-feira o jornal árabe internacional "Asharq Al-Awsat".


Mohamed bin Salman. EFE/ Bandar Algaloud/ cedida pelo palácio real saudita
Mohamed bin Salman. EFE/ Bandar Algaloud/ cedida pelo palácio real saudita

"Atacar os líderes do reino é tocar em todos os cidadãos", acrescentou.

O ministro fazia alusão às versões que vinculam o príncipe Mohammed com a morte do jornalista no consulado saudita em Istambul em 2 de outubro.

Veículos de imprensa americanos informaram na sexta-feira que a CIA tinha concluído que o herdeiro saudita ordenou o assassinato de Khashoggi, embora o Governo americano tenha assegurado que ainda não chegou a nenhuma conclusão.

Por sua vez, o presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, indicou em 2 de novembro que a ordem de matar Khashoggi "veio dos mais altos níveis".

"Perguntamos à parte turca que se referissem aos 'altos níveis' e nos asseguraram de forma categórica que não se referiam ao príncipe herdeiro", indicou na entrevista Al-Jubeir.

O ministro acrescentou que pediram mais detalhes à parte turca sobre a investigação, mas a Promotoria saudita "não recebeu nenhuma prova" das autoridades turcas, acrescentou.

A Procuradoria-Geral saudita anunciou na semana o processo a 11 pessoas pelo assassinato de Khashoggi e a solicitação de pena de morte para cinco deles, que confessaram o crime, mas descartou qualquer envolvimento do príncipe Mohammed no crime.

Al-Jubeir destacou que as relações entre os EUA e a Arábia Saudita são "estratégicas" e com "interesses comuns e vitais" para a estabilidade e a segurança da zona, mas não descartou que caso houvesse sanções à venda de armas, como as aprovadas pela Alemanha, Riad teria que comprar armamento de outros países.

"O reino está comprometido a defender sua terra e suas fronteiras e seu povo de qualquer ameaça regional", disse al-Jubeir.

"Nós preferimos que o nosso armamento proceda de países aliados", afirmou, agregando no entanto que "o compromisso do reino de defender sua terra e seu povo, obriga a conseguir as armas de qualquer fonte que seja".

Países como os Estados Unidos e Alemanha anunciaram a imposição de sanções contra envolvidos no assassinato, alguns dos quais pertencem à família real ou ocupavam postos de responsabilidade.

A respeito, Al-Jubeir insistiu que são sanções contra "indivíduos" e não contra um país.

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