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O Brasil tem poder de fogo para proteger a riqueza da Amazônia Azul? (VÍDEO)

Devido à enorme riqueza natural, a porção de mar sob jurisdição brasileira é também conhecida como Amazônia Azul. A área é um dos mais importantes patrimônios naturais brasileiros e é uma preocupação para o setor de Defesa. Para comentar o assunto, a Sputnik Brasil ouviu Ricardo Cabral, pesquisador da Escola de Guerra Naval da Marinha do Brasil.
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O pesquisador falou sobre a importância comercial e estratégica, o potencial energético, científico e as obrigações internacionais do Brasil com as áreas da Amazônia Azule seu entorno. Ele também descreveu o atual estado da esquadra da Marinha brasileira, que carece de investimentos e pleiteia junto ao novo governo federal uma fatia maior do orçamento público, limitado pela Emenda Constitucional nº 95.


Foi a própria Marinha brasileira que cunhou o termo "Amazônia Azul", em referência ao tamanho da biodiversidade e dos bens naturais encontradas em sua área. No entanto, a área marítima é ainda maior do que porção brasileira da flo…

Inovadora 'pinça ótica' permite achar armas nucleares escondidas

Uma equipe de cientistas do Laboratório Nacional de Los Alamos, nos EUA, elaborou um esquema que permite detectar sinais de decomposição radioativa, achado que pode ser crucial para o futuro da humanidade.


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De acordo com as informações publicadas no portal Phys.org, o aparelho usado pelos pesquisadores capta as partículas de urânio ou plutônio através de uma "armadilha" ótica, o que permite registrar suas vibrações devido à consequente emissão de partículas secundárias.


Levitating particles could lift nuclear detective work
Los Alamos scientists Alexander Malyzhenkov and Alonso Castro demonstrate levitating uranium particles with laser beams | Los Alamos National Laboratory

Esta técnica é completamente inovadora para a área de investigação forense nuclear e pode ser utilizada, por exemplo, na criminalística nuclear, quando se precisa detectar fontes de radiação que podem ser usadas como armas de destruição maciça.

Os cientistas descobriram que, do ponto de vista técnico, é possível registrar com precisão a energia cinética de um nuclídeo libertada por uma partícula radioativa. Para isso, a partícula micrométrica ou submicrométrica em tamanho é colocada na chamada "pinça ótica", ou seja, em uma ferramenta que permite manipular o objeto através da luz de laser. A questão é que a partícula acumula completamente o impulso do átomo secundário e começa a vibrar, o que pode ser facilmente detectado.

Alonso Castro, um dos membros da equipe, ressaltou que o conceito de "pinça ótica" foi objeto de premiação por parte do Nobel neste ano e promete ainda mais avanços no futuro.

"O próximo passo seria avaliar esses deslocamentos e depois calcular a energia do recuo. O impacto da nossa abordagem consiste em que ela pode logo determinar a composição isotópica de diferentes tipos de partículas manométricas e inferiores encontradas em cenários de investigação forense nuclear", disse ele ao portal.

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