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Poloneses pedem a Trump ajuda para conseguir indenização da Rússia e Alemanha pela 2ª Guerra

Um auto-proclamado "partido bíblico antiglobalista" pró-EUA e pró-Israel da Polônia, que se autodenomina "Movimento 11 de novembro", criou uma petição no site We the People da Casa Branca pedindo ao presidente Donald Trump ajude a obter "compensação adequada" da Rússia e da Alemanha por danos causados ​​na Segunda Guerra Mundial.
Sputnik

"Os poloneses livres estão apelando para os EUA, o vencedor na Segunda Guerra Mundial e o fiador dos acordos do pós-guerra, para obter ajuda na recuperação das reparações de guerra da Alemanha e da Rússia", diz a petição.


Além de alcançar a "justiça histórica", uma campanha de reparações bem-sucedida desempenharia "um papel fundamental na Polônia, tornando-se um forte aliado dos Estados Unidos diante da ameaça que surge na Europa e na Ásia — um novo Império do Mal".

Falando ao The New American, uma pequena revista de propriedade da John Birch Society, o co-autor e vice-presidente do Movimento 11…

Inovadora 'pinça ótica' permite achar armas nucleares escondidas

Uma equipe de cientistas do Laboratório Nacional de Los Alamos, nos EUA, elaborou um esquema que permite detectar sinais de decomposição radioativa, achado que pode ser crucial para o futuro da humanidade.


Sputnik

De acordo com as informações publicadas no portal Phys.org, o aparelho usado pelos pesquisadores capta as partículas de urânio ou plutônio através de uma "armadilha" ótica, o que permite registrar suas vibrações devido à consequente emissão de partículas secundárias.


Levitating particles could lift nuclear detective work
Los Alamos scientists Alexander Malyzhenkov and Alonso Castro demonstrate levitating uranium particles with laser beams | Los Alamos National Laboratory

Esta técnica é completamente inovadora para a área de investigação forense nuclear e pode ser utilizada, por exemplo, na criminalística nuclear, quando se precisa detectar fontes de radiação que podem ser usadas como armas de destruição maciça.

Os cientistas descobriram que, do ponto de vista técnico, é possível registrar com precisão a energia cinética de um nuclídeo libertada por uma partícula radioativa. Para isso, a partícula micrométrica ou submicrométrica em tamanho é colocada na chamada "pinça ótica", ou seja, em uma ferramenta que permite manipular o objeto através da luz de laser. A questão é que a partícula acumula completamente o impulso do átomo secundário e começa a vibrar, o que pode ser facilmente detectado.

Alonso Castro, um dos membros da equipe, ressaltou que o conceito de "pinça ótica" foi objeto de premiação por parte do Nobel neste ano e promete ainda mais avanços no futuro.

"O próximo passo seria avaliar esses deslocamentos e depois calcular a energia do recuo. O impacto da nossa abordagem consiste em que ela pode logo determinar a composição isotópica de diferentes tipos de partículas manométricas e inferiores encontradas em cenários de investigação forense nuclear", disse ele ao portal.

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