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Empresa chinesa faz peças para F-35? Revelação surge em meio a polêmicas envolvendo Huawei

Em meio à briga contínua entre os EUA e a gigante tecnológica chinesa Huawei, classificada como ameaça à segurança por Washington, verificou-se que uma subsidiária com sede no Reino Unido de uma companhia chinesa fabrica peças para os jatos americanos F-35.
Sputnik

Trata-se da companhia chinesa Exception PCB, com sede no condado britânico de Gloucestershire, que fabrica placas de circuitos que controlam os motores, iluminação, combustível e sistemas de navegação dos caças F-35 – o sistema de armas mais caro já feito.

De acordo com a emissora britânica Sky, citando materiais divulgados pelo Ministério da Defesa do Reino Unido, a empresa que fabrica componentes para os caças da Lockheed Martin foi comprada em 2013 pela companhia chinesa Shenzhen Fastprint, que inclusive já participou da fabricação de caças Eurofighter Typhoon e de helicópteros de ataque Apache.

"A Exception PCB, com sede em Gloucestershire, fabrica placas de circuito impresso que controlam muitas das principais capacid…

Investigação: F-22 deslizou de barriga na pista porque piloto decolou com dados incorretos

Uma investigação da Força Aérea dos EUA (USAF) revelou que o piloto de um caça F-22 decolou com dados incorretos e recolheu prematuramente o trem de pouso da aeronave durante um voo de treinamento em abril na NAS Fallon, Nevada, fazendo com que o F-22 deslizasse de barriga na pista até parar.


Poder Aéreo

Em 13 de abril, um piloto do F-22 do 90º Esquadrão de Caça na Base Conjunta de Elmendorf-Richardson, no Alasca, decolou de Fallon para um exercício de graduação da TOPGUN. O piloto fez corrida de decolagem da aeronave – levantando o nariz – a 120 nós e, quando a aeronave indicou que as rodas estavam saindo do chão, o piloto retraiu o trem de pouso. Imediatamente após o trem de pouso se retrair, a aeronave “pousou” na pista com as portas totalmente fechadas.


Reprodução

O F-22 deslizou cerca de 1.987 metros até parar, com seu gancho se soltando no chão. Uma vez que o F-22 parou, o piloto saiu do cockpit e não houve danos a outras propriedades. A Força Aérea não divulgou uma estimativa de custo para os danos.

O Conselho de Investigação de Acidentes descobriu que o piloto tinha dados incorretos de decolagem e aterrissagem para as condições em Fallon – a carta de linha do piloto indicava 136 nós para rotação e 163 para decolagem completa, enquanto as condições do dia exigiam 143 nós para rotação e 164 nós para a decolagem.

A investigação também descobriu que o piloto recolheu prematuramente o trem de pouso e que o briefing do voo daquele dia era inadequado.

Além disso, a comunidade F-22 tem “excesso de confiança organizacional” no equipamento, o treinamento formal não é adequado e há uma aceitação organizacional de uma técnica incorreta de decolagem do F-22, descobriu o conselho.

O incidente foi um dos dois envolvendo Raptors de Elmendorf em cerca de uma semana. Em 6 de abril, um F-22 sofreu uma falha de motor e foi forçado a pousar em Tyndall AFB, Flórida.

FONTE: Air Force Magazine

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