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EUA podem dobrar contingente militar na América do Sul, diz chefe da inteligência russa

Os EUA podem aumentar seu contingente militar na América Central e do Sul de 20 mil para 40 mil homens, disse o vice-almirante Igor Kostyukov, chefe do Departamento Central de Inteligência (GRU, sigla em russo), do Estado-Maior das Forças Armadas da Rússia.
Sputnik

"Embora na América Latina não haja ameaça militar direta para a segurança dos EUA, Washington tem uma presença militar significativa [na região]. O Comando Conjunto das Forças Armadas dos EUA implantou na América Central e do Sul um contingente de 20 mil militares. No período de ameaças este pode aumentar para 40 mil militares", explicou Kostyukov.


De acordo com ele, os EUA podem provocar uma "revolução colorida" na Nicarágua e Cuba.

"As tecnologias de 'revolução colorida' testadas na Venezuela podem vir a ser usadas em breve na Nicarágua e em Cuba", disse ele.

Segundo Kostyukov, os EUA estão tentando estabelecer o controle total sobre a América Latina.

"A Administração dos EUA considera…

Investigação: F-22 deslizou de barriga na pista porque piloto decolou com dados incorretos

Uma investigação da Força Aérea dos EUA (USAF) revelou que o piloto de um caça F-22 decolou com dados incorretos e recolheu prematuramente o trem de pouso da aeronave durante um voo de treinamento em abril na NAS Fallon, Nevada, fazendo com que o F-22 deslizasse de barriga na pista até parar.


Poder Aéreo

Em 13 de abril, um piloto do F-22 do 90º Esquadrão de Caça na Base Conjunta de Elmendorf-Richardson, no Alasca, decolou de Fallon para um exercício de graduação da TOPGUN. O piloto fez corrida de decolagem da aeronave – levantando o nariz – a 120 nós e, quando a aeronave indicou que as rodas estavam saindo do chão, o piloto retraiu o trem de pouso. Imediatamente após o trem de pouso se retrair, a aeronave “pousou” na pista com as portas totalmente fechadas.


Reprodução

O F-22 deslizou cerca de 1.987 metros até parar, com seu gancho se soltando no chão. Uma vez que o F-22 parou, o piloto saiu do cockpit e não houve danos a outras propriedades. A Força Aérea não divulgou uma estimativa de custo para os danos.

O Conselho de Investigação de Acidentes descobriu que o piloto tinha dados incorretos de decolagem e aterrissagem para as condições em Fallon – a carta de linha do piloto indicava 136 nós para rotação e 163 para decolagem completa, enquanto as condições do dia exigiam 143 nós para rotação e 164 nós para a decolagem.

A investigação também descobriu que o piloto recolheu prematuramente o trem de pouso e que o briefing do voo daquele dia era inadequado.

Além disso, a comunidade F-22 tem “excesso de confiança organizacional” no equipamento, o treinamento formal não é adequado e há uma aceitação organizacional de uma técnica incorreta de decolagem do F-22, descobriu o conselho.

O incidente foi um dos dois envolvendo Raptors de Elmendorf em cerca de uma semana. Em 6 de abril, um F-22 sofreu uma falha de motor e foi forçado a pousar em Tyndall AFB, Flórida.

FONTE: Air Force Magazine

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