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EUA criticam bombardeiros russos na Venezuela: "Nós mandamos navio-hospital"

O coronel Robert Manning, porta-voz do Departamento de Defesa dos Estados Unidos, criticou com veemência nesta segunda-feira o envio de bombardeiros russos à Venezuela e citou o envio de navio-hospital à região como exemplo do compromisso de Washington com a região.
EFE

Washington - "O enfoque dos EUA sobre a região difere do enfoque da Rússia. No meio da tragédia, a Rússia envia bombardeiros à Venezuela e nós mandamos um navio-hospital", declarou Manning durante uma entrevista coletiva realizada hoje no Pentágono.


O militar se referia com estas palavras ao USNS Comfort, que partiu em meados de outubro rumo à América Central e à América do Sul para oferecer ajuda sanitária aos milhares de refugiados venezuelanos amparados por diversos países da região.

"Enquanto nós oferecemos ajuda humanitária, a Rússia envia bombardeiros", lamentou Manning em referência ao envio uma esquadrilha de aviões russos, incluindo dois bombardeiros estratégicos T-160, capazes de carregar bomb…

Irã adota posição anterior ao pacto nuclear

Irã adotou a posição anterior ao acordo nuclear selado em 2015 entre Teerã e seis potências mundiais, em vista da inação da União Europeia contra as pressões econômicas dos Estados Unidos.


Prensa Latina

Teerã - Dessa forma expressou-se o secretário do Conselho de Segurança Nacional Supremo do Irã, contra-almirante Ali Shamkhani, durante uma entrevista com o secretário de Relações Exteriores do Reino Unido, Jeremy Hunt, citada hoje pelo portal digital do organismo da nação dos persas.

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Contra-almirante Ali Shamkhani | Reprodução

Shamkhani criticou a falta de ação dos países europeus contra a política anti-iraniana do governo de Donald Trump após a saída ilegal do pacto nuclear violando as resoluções da ONU.

O oficial de alta patente recordou que as conversas para alcançar o convênio foram realizadas sob auspício europeu e que desrespeitá-lo implica uma violação da credibilidade e status político dos Estados Unidos com a União Europeia.

Segundo o funcionário iraniano, o apoio a Washington dos signatários europeus do pacto, os levariam ao descrédito aos olhos da região e do mundo.

'Dada à falta de ação contra o comportamento inapropriado dos Estados Unidos, a República Islâmica tomou as decisões para adotar um enfoque similar à era anterior ao acordo nuclear', advertiu Shamkhani.

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