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Executiva da Huawei deixa a prisão após pagar fiança no Canadá; ex-diplomata canadense é preso na China

Justiça aceitou pedido da chinesa, que foi detida a pedido dos Estados Unidos e corria risco de extradição. Fiança estipulada fixada em US$ 7,5 milhões.
Por G1

A diretora financeira da Huawei, Meng Wanzhou, foi solta nesta quarta-feira (12) depois de passar 11 dias presa no Canadá.

A executiva teve aceito o pedido de liberdade condicional, por um juiz canadense. O valor da fiança foi fixado em 10 milhões de dólares canadenses (US$ 7,5 milhões).

Meng saiu da prisão poucas horas depois da ordem do juiz, informou o canal Global News.

"O risco de que não se apresente perante o tribunal (para uma audiência de extradição) pode ser reduzido a um nível aceitável, impondo as condições de fiança propostas por seu assessor", disse o juiz, aplaudido na sala do tribunal pelos partidários da empresa chinesa, informa a France Presse.

As condições de libertação incluem a entrega de seus dois passaportes, que permaneça em uma de suas residências de Vancouver e use tornozeleira eletrônica. Além dis…

Israel teria tentado 'eliminar' S-300 russos durante treinos com Grécia

Os jogos de guerra entre as forças aéreas israelense e grega duraram 12 dias e contaram com a participação de quatro esquadrões de caças F-16I de Israel, que "treinaram diversos cenários", de acordo com o jornal Jerusalem Post.


Sputnik

Durante os exercícios aéreos recentes com a Grécia, a Força Aérea israelense (FAI) pôde treinar especificamente o combate contra sistemas de mísseis terra-ar S-300, alega um usuário do Twitter apelidado de Rambo.


Israel, Greece drill air forces as Syria builds up arms
F-16 israelenses | REUTERS/BAZ RATNER

Seus comentários vieram depois do término do que os militares israelenses consideraram como "um dos maiores exercícios de caças realizados pela FAI no exterior em 2018".

O Jerusalem Post, por sua vez, relatou que as forças aéreas dos dois países "praticaram combates aéreos simulados, bombardeamentos do solo e voos em ambientes ameaçados por sistema avançados de mísseis terra-ar", em uma aparente referência às baterias de S-300 russas.

No início de novembro, o jornal Al-Masdar News citou uma fonte anônima militar de Damasco dizendo que a Força Aérea israelense não tem conduzido operações na Síria desde que a Rússia entregou unidades de defesa antiaérea S-300 às forças do governo sírio.

Em 3 de outubro, o ministro da Defesa de Israel, Avigdor Lieberman, anunciou que Israel estava insatisfeito com a entrega dos sistemas S-300 para a Síria, mas que não iria interromper suas operações militares na região.

Anteriormente, o ministro da Defesa russo, Sergei Shoigu, anunciou que a Rússia concluiu a entrega de novos sistemas S-300 à Síria, incluindo 49 componentes de equipamentos relacionados como radares, sistemas básicos de aquisição de alvos, postos de comando e quatro lançadores.

A decisão foi tomada após a destruição inadvertida de uma aeronave de reconhecimento russa Il-20 pela defesa antiaérea síria que repelia um ataque aéreo israelense.

Os militares russos responsabilizaram Tel Aviv pela queda do avião, enfatizando que um caça israelense usou o avião russo como escudo contra os sistemas de defesa antiaérea da Síria.

Israel rejeitou as acusações, alegando que havia avisado Moscou com antecedência sobre o ataque aéreo na área.

Os sistemas de mísseis S-300 foram incialmente comprados pelo Chipre em meados da década de 1990, e mais tarde foram transferidos para ilha grega de Creta após objeções da Turquia.

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