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Militares juntam-se à polícia em protesto dos "coletes amarelos". Há 31 detidos

Os militares da operação antiterrorista "Sentinela" foram mobilizados para proteger as principais instituições francesas. Ao final da manhã, os coletes amarelos eram ainda em pequeno número na capital e quase invisíveis entre a população.
Diário de Notícias

As forças armadas francesas juntaram-se à polícia, este sábado, em Paris, para enfrentar o 19º fim de semana consecutivo de protestos dos coletes amarelos contra o governo do presidente Emmanuel Macron. Ao final da manhã, com os locais habituais de manifestação interditos e o reforço militar junto às principais instituições francesas, os "coletes amarelos" passavam quase despercebidos entre turistas e parisienses.

Segundo a Reuters, o governo francês decidiu mobilizar os militares da operação antiterrorista "Sentinela", depois de ter proibido os manifestantes de se reunirem nos Campos Elísios, onde no último fim de semana dezenas de lojas foram destruídas e algumas completamente pilhadas.

Além da presença …

Lavrov: ataques israelenses à Síria só agravarão as tensões na região

Ataques israelenses à Síria não irão resolver os problemas de Tel Aviv. Contribuirão apenas para aumentar as tensões na região, conforme afirmou nesta segunda-feira o ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov.


Sputnik

"Operações militares não podem resolver as preocupações de segurança israelenses, mas apenas ajudar a aumentar as tensões regionais", disse o chanceler russo ao periódico espanhol El País.


Ministro das Relações Exteriores da Federação da Rússia, Sergei Lavrov, durante cúpula da Organização do Acordo de Segurança Coletiva em Minsk, em 30 de novembro de 2017 (arquivo)
Sergei Lavrov | Sputnik

De acordo com o diplomata, Israel nem sempre cumpre suas obrigações internacionais, e isso fica evidente quando o país ignora os avisos de militares russos contra suas operações no território sírio.

"Em alguns casos, isso colocou em risco a vida e a saúde de nossos soldados na Síria. Por exemplo, quando aviões israelenses bombardearam alvos perto de Palmira em março de 2017", destacou o chefe da diplomacia da Federação da Rússia.

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