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Militares juntam-se à polícia em protesto dos "coletes amarelos". Há 31 detidos

Os militares da operação antiterrorista "Sentinela" foram mobilizados para proteger as principais instituições francesas. Ao final da manhã, os coletes amarelos eram ainda em pequeno número na capital e quase invisíveis entre a população.
Diário de Notícias

As forças armadas francesas juntaram-se à polícia, este sábado, em Paris, para enfrentar o 19º fim de semana consecutivo de protestos dos coletes amarelos contra o governo do presidente Emmanuel Macron. Ao final da manhã, com os locais habituais de manifestação interditos e o reforço militar junto às principais instituições francesas, os "coletes amarelos" passavam quase despercebidos entre turistas e parisienses.

Segundo a Reuters, o governo francês decidiu mobilizar os militares da operação antiterrorista "Sentinela", depois de ter proibido os manifestantes de se reunirem nos Campos Elísios, onde no último fim de semana dezenas de lojas foram destruídas e algumas completamente pilhadas.

Além da presença …

Marinha de Taiwan comissiona 2 navios de guerra feitos nos EUA em meio a tensões com China

As fricções no estreito de Taiwan aumentaram depois que navios de guerra dos Estados Unidos passaram pelo estreito no mês passado.


Sputnik

Esse movimento provocou críticas de Pequim, que considera Taiwan parte de seu território de acordo com o princípio de "uma só China", que os EUA aceitam.


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Presidente de Taiwan, Tsai Ing-wen | Reprodução

A presidente de Taiwan, Tsai Ing-wen, prometeu que seu país não iria "ceder um passo" na sua defesa própria e reforçou sua afirmação adicionando duas antigas fragatas dos EUA à frota de Taiwan.

"Queremos enviar uma mensagem clara e firme do povo taiwanês à comunidade internacional de que não cederemos um passo na defesa de Taiwan e proteção de nosso modo de vida livre e democrático", disse Tsai, citada pela AFP.

Embora a presidente não tenha mencionado o que levou Taiwan a reforçar sua capacidade de defesa, não foi uma surpresa que ela tenha criticado as ações militares da China na região como uma "tentativa de enfraquecer a soberania de Taiwan" e "danificar a paz e a estabilidade regionais".

As duas fragatas de mísseis guiados da classe Oliver Hazard Perry eram anteriormente denominadas USS Taylor e USS Gary. Elas foram descomissionadas da Marinha dos EUA em 2015, após mais de 30 anos de serviço, e aprovadas para venda a Taiwan sob seus novos nomes — ROCS Ming-chuan e ROCS Feng Jia.

Os Estados Unidos, o maior aliado de Taiwan, não reconhece Taiwan como uma nação soberana e aderem oficialmente à política de "uma só China".

Os EUA têm recentemente demonstrando sua força militar na região, para grande descontentamento da China. Em 22 de outubro, dois navios da Marinha dos EUA atravessaram o estreito de Taiwan para garantir, de acordo com autoridades norte-americanas, a livre passagem pela hidrovia estratégica. O movimento, no entanto, incomodou Pequim, que insinuou que isso não contribui para a paz e estabilidade entre os dois lados do estreito.

Além disso, Washington anunciou recentemente a entrega de US $ 330 milhões (cerca R$ 1,24 bilhões) em peças para aeronaves militares de Taiwan, provocando acusações de violação das leis internacionais por parte da China.

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