Pular para o conteúdo principal

Postagem em destaque

General brasileiro em forças dos EUA atrapalha laços com Moscou e Pequim, diz especialista

A decisão do Brasil de enviar um oficial para integrar as Forças Armadas dos Estados Unidos deve atrapalhar as relações do país com importantes aliados, como China e Rússia. A avaliação é do especialista em Relações Internacionais Paulo Velasco, que conversou nesta segunda-feira com a Sputnik sobre esse polêmico assunto.
Sputnik

Na última semana, se tornou pública no Brasil a notícia de que o país indicará, até o final do ano, um general para assumir um posto no Comando Sul (SouthCom) dos EUA, que cobre América Central, Caribe e América do Sul, provocando controvérsias.


De acordo com o comandante responsável, o almirante Craig Faller, os interesses norte-americanos na região seriam ameaçados por Rússia, China, Irã, Venezuela, Cuba e Nicarágua, países com os quais o Brasil poderá ter relações prejudicadas por conta dessa situação, conforme acredita Velasco, professor adjunto de Política Internacional do Departamento de Relações Internacionais da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (U…

Merkel vê avanço na situação da Síria e Putin pede apoio a refugiados que retornam ao país

A chanceler alemã, Angela Merkel, disse enxergar desenvolvimentos positivos na Síria e observou a importância de se prevenir uma catástrofe humanitária no país. A declaração veio antes do encontro com o presidente russo, Vladimir Putin.


Sputnik

"Um tópico importante, é claro, será a Síria. É claro que devemos, antes de mais nada, evitar a catástrofe humanitária em torno e neste país. Estamos vendo uma diminuição nas hostilidades, mas isso não significa que temos uma situação pacífica", afirmou Merkel.


O presidente russo, Vladimir Putin, e a chanceler alemã, Angela Merkel, se reúnem na residência presidencial em Sochi, em 1 de janeiro de 2007
Vladimir Putin e Angela Merkel © Sputnik / Dmitry Astakhov

Ao mesmo tempo, Putin pediu apoio às regiões sírias que devem começar a experimentar o retorno de refugiados, inclusive dos países europeus que sofrem com a onda migratória desde o agravamento da guerra civil no país.

"Vamos discutir a situação no Oriente Médio, principalmente em relação à Síria. É importante desenvolver o componente humanitário do conflito sírio, ou seja, a prestação de assistência humanitária para o povo sírio e auxílio a essas áreas para onde os refugiados que estão exterior podem retornar", disse Putin a repórteres.

O líder russo observou que, embora a maioria dos refugiados que retornam à Síria sejam oriundos da Jordânia, da Turquia e do Líbano, a situação coloca uma pressão potencial sobre a Europa.

"Ajudar na restauração das coisas mais básicas: abastecimento de água e saneamento, revitalização da dos serviços de saúde. Acho que todos estão interessados ​​nisso, inclusive na Europa", destacou Putin.

Comentários

Postagens mais visitadas