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EUA: sanções contra Venezuela servem como 'alerta para atores externos, incluindo Rússia'

Na última terça-feira (17), o secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, culpou a Rússia e a Venezuela pela crise de refugiados observada no país latino-americano.
Sputnik

O conselheiro de Segurança Nacional dos EUA, John Bolton, anunciou nesta quarta-feira (17) que os EUA estão impondo uma nova rodada de sanções contra a Venezuela, acrescentando o banco central do país à lista de restrições. 

Segundo o conselheiro de Segurança Nacional, as sanções recém-aplicadas deveriam se tornar um alerta para "todos os atores externos, inclusive a Rússia".

Desde o início da crise política na Venezuela no início deste ano, os EUA impuseram várias rodadas de sanções, visando os setores petrolífero e bancário do país, bem como indivíduos ligados às autoridades do país.

A Venezuela está sofrendo grave crise política desde janeiro. Junto com outros países ocidentais, os EUA apoiam Juan Guaidó, que se proclamou presidente interino da Venezuela. Ao mesmo tempo, Rússia, China e Turquia, entre outros…

Merkel vê avanço na situação da Síria e Putin pede apoio a refugiados que retornam ao país

A chanceler alemã, Angela Merkel, disse enxergar desenvolvimentos positivos na Síria e observou a importância de se prevenir uma catástrofe humanitária no país. A declaração veio antes do encontro com o presidente russo, Vladimir Putin.


Sputnik

"Um tópico importante, é claro, será a Síria. É claro que devemos, antes de mais nada, evitar a catástrofe humanitária em torno e neste país. Estamos vendo uma diminuição nas hostilidades, mas isso não significa que temos uma situação pacífica", afirmou Merkel.


O presidente russo, Vladimir Putin, e a chanceler alemã, Angela Merkel, se reúnem na residência presidencial em Sochi, em 1 de janeiro de 2007
Vladimir Putin e Angela Merkel © Sputnik / Dmitry Astakhov

Ao mesmo tempo, Putin pediu apoio às regiões sírias que devem começar a experimentar o retorno de refugiados, inclusive dos países europeus que sofrem com a onda migratória desde o agravamento da guerra civil no país.

"Vamos discutir a situação no Oriente Médio, principalmente em relação à Síria. É importante desenvolver o componente humanitário do conflito sírio, ou seja, a prestação de assistência humanitária para o povo sírio e auxílio a essas áreas para onde os refugiados que estão exterior podem retornar", disse Putin a repórteres.

O líder russo observou que, embora a maioria dos refugiados que retornam à Síria sejam oriundos da Jordânia, da Turquia e do Líbano, a situação coloca uma pressão potencial sobre a Europa.

"Ajudar na restauração das coisas mais básicas: abastecimento de água e saneamento, revitalização da dos serviços de saúde. Acho que todos estão interessados ​​nisso, inclusive na Europa", destacou Putin.

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