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Militares juntam-se à polícia em protesto dos "coletes amarelos". Há 31 detidos

Os militares da operação antiterrorista "Sentinela" foram mobilizados para proteger as principais instituições francesas. Ao final da manhã, os coletes amarelos eram ainda em pequeno número na capital e quase invisíveis entre a população.
Diário de Notícias

As forças armadas francesas juntaram-se à polícia, este sábado, em Paris, para enfrentar o 19º fim de semana consecutivo de protestos dos coletes amarelos contra o governo do presidente Emmanuel Macron. Ao final da manhã, com os locais habituais de manifestação interditos e o reforço militar junto às principais instituições francesas, os "coletes amarelos" passavam quase despercebidos entre turistas e parisienses.

Segundo a Reuters, o governo francês decidiu mobilizar os militares da operação antiterrorista "Sentinela", depois de ter proibido os manifestantes de se reunirem nos Campos Elísios, onde no último fim de semana dezenas de lojas foram destruídas e algumas completamente pilhadas.

Além da presença …

Militares sírios estão aprendendo a operar sistema unificador dos S-300 e Buk russos

Segundo o representante oficial do Ministério da Defesa russo, Igor Konashenkov, militares russos seguem instruindo soldados de defesa antiaérea da Síria como operar o sistema de gerenciamento unificado dos S-300 e Buk, recentemente recebido pelo país árabe.


Sputnik

O sistema, que os militares sírios passarão a operar quando estiverem prontos, trata-se do Polyana-D4, um sistema de gerenciamento unificado capaz de controlar diferentes sistemas de mísseis, radares e canhões antiaéreos.


Sistema russo de mísseis anti-balísticos S-300VM Antey-2500. Os sistema de mísseis terra-ar do tipo S-300-S são projetados para abater uma variedade de mísseis balísticos de curto e médio alcance dentro de uma faixa de 2.500 km
S-300 Favorit © Sputnik / Aleksandr Vilf

Além disso, o sistema funciona através do recebimento de dados de diferentes fontes, gerenciando automaticamente a resposta de armamentos direcionada às ameaças detectadas. O Polyana-D4 também é capaz de unir entre 32 e 48 lançadores, ou seja, quatro regimentos dos sistemas S-300 e Buk.

Para realizar o monitoramento, o Poliana-D4 utiliza radares terrestres e aéreos A-50, o que faz com que o sistema seja capaz de monitorar até 500 alvos aéreos e mirar em 255 objetivos.

Sendo assim, o sistema teria como objetivo principal a integração dos sistemas de defesa antiaérea, além da automatização do processo de respostas contra eventuais ataques, permitindo, assim, uma maior agilidade no lançamento de mísseis contra eventuais ameaças.

Os sistemas russos passarão a integrar as forças sírias, já que os armamentos utilizados eram praticamente obsoletos, sendo um dos pontos fracos do país.

Ressaltando que o Buk é um sistema de defesa antiaérea que foi desenvolvido pela antiga União Soviética. Ele é capaz de interceptar praticamente todos os mísseis de cruzeiro e alvos aerodinâmicos, permitindo o disparo em movimento, o que o torna um sistema eficaz.

Já os sistemas S-300 fornecidos à Síria possuem um alcance de até 250 quilômetros e são capazes de destruir tanto aeronaves de guerra eletrônica como aviões com sistema AWACS (Sistema Aéreo de Alerta e Controle).

No início de outubro, a Defesa russa anunciou que havia finalizado a entrega de quatro sistemas S-300 ao país árabe e que os militares locais seriam treinados para operá-los em três meses.

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