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Executiva da Huawei deixa a prisão após pagar fiança no Canadá; ex-diplomata canadense é preso na China

Justiça aceitou pedido da chinesa, que foi detida a pedido dos Estados Unidos e corria risco de extradição. Fiança estipulada fixada em US$ 7,5 milhões.
Por G1

A diretora financeira da Huawei, Meng Wanzhou, foi solta nesta quarta-feira (12) depois de passar 11 dias presa no Canadá.

A executiva teve aceito o pedido de liberdade condicional, por um juiz canadense. O valor da fiança foi fixado em 10 milhões de dólares canadenses (US$ 7,5 milhões).

Meng saiu da prisão poucas horas depois da ordem do juiz, informou o canal Global News.

"O risco de que não se apresente perante o tribunal (para uma audiência de extradição) pode ser reduzido a um nível aceitável, impondo as condições de fiança propostas por seu assessor", disse o juiz, aplaudido na sala do tribunal pelos partidários da empresa chinesa, informa a France Presse.

As condições de libertação incluem a entrega de seus dois passaportes, que permaneça em uma de suas residências de Vancouver e use tornozeleira eletrônica. Além dis…

Navios ucranianos violam águas russas; navio russo colide com rebocador ucraniano

Três navios militares da Ucrânia atravessaram a fronteira nacional da Rússia, entraram nas águas territoriais russas, e estão se movendo do mar Negro em direção ao estreito de Kerch, afirmou neste domingo (25), a assessoria do Serviço Federal de Segurança russo.


Sputnik

"Hoje de manhã, aproximadamente às 7h00 do horário local (às 2h00 do mesmo dia em Brasília) três navios da Marinha da Ucrânia, violando os artigos 19 a 21 da Convenção da Organização das Nações Unidas sobre as regras de navegação, que determinam o direito do Estado costeiro de garantir a segurança no espaço naval, atravessaram a fronteira nacional da Federação da Rússia, entraram ilegitimamente nas águas temporariamente fechadas do mar territorial da Federação da Rússia", comunicou o serviço.


Navios ucranianos atravessando ilegitimamente a fronteira com a Rússia
Navios ucranianos atravessando ilegitimamente a fronteira com a Rússia © FOTO : GUARDA DE FRONTEIRAS DO SERVIÇO FEDERAL DE SEGURANÇA NA CRIMEIA


O serviço acrescentou que os navios ucranianos estão se movendo do mar Negro em direção ao estreito de Kerch, na costa da Crimeia.

Além disso, o serviço russo apontou que os navios das Forças Armadas ucranianas estão manobrando de forma perigosa, ignorando as exigências das autoridades russas.

"Por hora, [a autorização de entrada] não tinha sido solicitada, os navios não haviam sido incluídos na ordem de passagem. Estão manobrando de forma perigosa, não obedecem às exigências legítimas das autoridades russas", comunicou.

Por sua vez, a Ucrânia comentou a passagem de seus navios. De acordo com a Marinha do país, duas lanchas de artilharia blindadas e um rebocador estão navegando do porto da cidade de Odessa em direção ao porto de Mariupol. 


Navios ucranianos atravessando ilegitimamente a fronteira com a Rússia
Navios ucranianos atravessando ilegitimamente a fronteira com a Rússia © FOTO : GUARDA DE FRONTEIRAS DO SERVIÇO FEDERAL DE SEGURANÇA NA CRIMEIA

"Os navios da guarda de fronteiras russos […] efetuaram ações abertamente agressivas contra os navios da Marinha da Ucrânia. O navio da guarda de fronteiras Don chocou com nosso rebocador. Em resultado, o motor principal do navio ficou danificado, bem como o casco e a proteção do convés, o inflável de resgate se perdeu", comunicou a assessoria da Marinha ucraniana em sua página no Facebook.

De acordo com a assessoria ucraniana, Kiev tinha avisado sobre a passagem dos navios com antecedência, em conformidade com as regras internacionais.

Depois do incidente, a Rússia fechou temporariamente o estreito de Kerch para a passagem de embarcações civis.

Nesta quarta-feira (21), o Ministério das Relações Exteriores russo advertiu a Ucrânia quanto às tentativas de revisar o estatuto do mar de Azov como mar interno dos dois países.

O ministério frisou que a responsabilidade por um possível agravamento da situação relativamente a esta questão recai sobre o lado ucraniano, bem como sobre os países que o apoiam.

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