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Militares juntam-se à polícia em protesto dos "coletes amarelos". Há 31 detidos

Os militares da operação antiterrorista "Sentinela" foram mobilizados para proteger as principais instituições francesas. Ao final da manhã, os coletes amarelos eram ainda em pequeno número na capital e quase invisíveis entre a população.
Diário de Notícias

As forças armadas francesas juntaram-se à polícia, este sábado, em Paris, para enfrentar o 19º fim de semana consecutivo de protestos dos coletes amarelos contra o governo do presidente Emmanuel Macron. Ao final da manhã, com os locais habituais de manifestação interditos e o reforço militar junto às principais instituições francesas, os "coletes amarelos" passavam quase despercebidos entre turistas e parisienses.

Segundo a Reuters, o governo francês decidiu mobilizar os militares da operação antiterrorista "Sentinela", depois de ter proibido os manifestantes de se reunirem nos Campos Elísios, onde no último fim de semana dezenas de lojas foram destruídas e algumas completamente pilhadas.

Além da presença …

Parlamento da Ucrânia ameaça ocupar e dividir Rússia

Recentemente, o deputado da Suprema Rada (parlamento ucraniano) Igor Mosiychuk ameaçou a Rússia com ocupação e divisão territorial do país.


Sputnik

A afirmação foi publicada pelo próprio parlamentar na sua conta de Facebook.


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Igor Mosiychuk | Reprodução Facebook

O político ucraniano apresentou a sua própria versão da história, segundo a qual em 1612 Moscou foi libertada não dos invasores polacos, mas dos ucranianos. Nas palavras dele, dois terços das tropas expulsas da capital russa eram compostos por cossacos ucranianos.

Nessa conexão, o deputado afirmou que Kiev pode tomar as mesmas medidas e, no futuro próximo, ocupar mais vez as cidades russas.

"A História se repete. A Moscóvia [nome antigo da Rússia] moderna deve esperar uma nova ocupação por parte da Ucrânia", destacou, adicionando que só esse cenário pode satisfazer a "nação de guerreiros" ucranianos.

Não é pela primeira vez que os políticos ucranianos fazem declarações hostis em relação à a Rússia. Recentemente, o mesmo deputado ucraniano Igor Mosiychuk ameaçou destruir a Ponte da Crimeia. Assim, em maio ele chamou a construção de "infraestrutura inimiga" e sublinhou que participaria pessoalmente em sua destruição se fosse ministro da Defesa.

A Crimeia se reunificou à Rússia em 2014 depois de um referendo no qual mais de 96% dos residentes votaram pela reunificação. No entanto, Kiev ainda considera a península como território ucraniano. As autoridades russas ressaltaram inúmeras vezes que a reunificação ocorreu de forma legal, de acordo com as leis internacionais.

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