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Área militar do governo brasileiro demonstra desconforto com suspensão de investigação do caso Queiroz

Integrantes da área militar do governo demostraram desconforto com o pedido de suspensão da investigação para apurar movimentações financeiras de Fabricio Queiroz consideradas "atípicas" pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf).
Por Gerson Camarotti | G1

A avaliação de auxiliares do presidente Jair Bolsonaro é que essa decisão tomada pelo ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), só faz prolongar o desgaste provocado pelo caso.

O ministro Luiz Fux atendeu pedido do deputado estadual e senador eleito Flavio Bolsonaro (PSL-RJ), de quem Queiroz foi assessor. O Coaf apontou movimentação de R$ 1,2 milhão em uma conta bancária de Queiroz durante um ano sem que houvesse esclarecimento.

Para esses auxiliares, foi uma surpresa a solicitação feita por Flávio Bolsonaro para suspender as investigações.

“Ainda não há uma explicação convincente. Enquanto isso não acontecer, o desgaste desse caso vai continuar. Já está demorando demais”, comentou ao blog um auxilia…

Parlamento da Ucrânia ameaça ocupar e dividir Rússia

Recentemente, o deputado da Suprema Rada (parlamento ucraniano) Igor Mosiychuk ameaçou a Rússia com ocupação e divisão territorial do país.


Sputnik

A afirmação foi publicada pelo próprio parlamentar na sua conta de Facebook.


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Igor Mosiychuk | Reprodução Facebook

O político ucraniano apresentou a sua própria versão da história, segundo a qual em 1612 Moscou foi libertada não dos invasores polacos, mas dos ucranianos. Nas palavras dele, dois terços das tropas expulsas da capital russa eram compostos por cossacos ucranianos.

Nessa conexão, o deputado afirmou que Kiev pode tomar as mesmas medidas e, no futuro próximo, ocupar mais vez as cidades russas.

"A História se repete. A Moscóvia [nome antigo da Rússia] moderna deve esperar uma nova ocupação por parte da Ucrânia", destacou, adicionando que só esse cenário pode satisfazer a "nação de guerreiros" ucranianos.

Não é pela primeira vez que os políticos ucranianos fazem declarações hostis em relação à a Rússia. Recentemente, o mesmo deputado ucraniano Igor Mosiychuk ameaçou destruir a Ponte da Crimeia. Assim, em maio ele chamou a construção de "infraestrutura inimiga" e sublinhou que participaria pessoalmente em sua destruição se fosse ministro da Defesa.

A Crimeia se reunificou à Rússia em 2014 depois de um referendo no qual mais de 96% dos residentes votaram pela reunificação. No entanto, Kiev ainda considera a península como território ucraniano. As autoridades russas ressaltaram inúmeras vezes que a reunificação ocorreu de forma legal, de acordo com as leis internacionais.

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