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Executiva da Huawei deixa a prisão após pagar fiança no Canadá; ex-diplomata canadense é preso na China

Justiça aceitou pedido da chinesa, que foi detida a pedido dos Estados Unidos e corria risco de extradição. Fiança estipulada fixada em US$ 7,5 milhões.
Por G1

A diretora financeira da Huawei, Meng Wanzhou, foi solta nesta quarta-feira (12) depois de passar 11 dias presa no Canadá.

A executiva teve aceito o pedido de liberdade condicional, por um juiz canadense. O valor da fiança foi fixado em 10 milhões de dólares canadenses (US$ 7,5 milhões).

Meng saiu da prisão poucas horas depois da ordem do juiz, informou o canal Global News.

"O risco de que não se apresente perante o tribunal (para uma audiência de extradição) pode ser reduzido a um nível aceitável, impondo as condições de fiança propostas por seu assessor", disse o juiz, aplaudido na sala do tribunal pelos partidários da empresa chinesa, informa a France Presse.

As condições de libertação incluem a entrega de seus dois passaportes, que permaneça em uma de suas residências de Vancouver e use tornozeleira eletrônica. Além dis…

Pescador de Gaza teria sido morto por forças israelenses em meio a cessar-fogo

Na quarta-feira (14), um pescador em Gaza teria sido morto pelas Forças de Defesa de Israel (IDF), segundo os relatos da mídia israelense e palestina.


Sputnik

Ambos os lados decidiram executar cessar-fogo após uma troca de ataques na terça-feira (13), em que militares israelenses reportaram que militantes palestinos lançaram 460 foguetes da Faixa de Gaza em um período de 24 horas, ressaltando terem conseguido interceptar mais de 100 projéteis. 


Tanque israelense dispara contra a Faixa de Gaza (foto de arquivo)
Tanque israelense dispara contra a Faixa de Gaza © AP Photo / Baz Ratner

O sindicato dos pescadores declarou que o homem de 20 anos estava trabalhando na praia perto do cerco marítimo que separa Gaza de Israel, quando foi baleado na barriga, segundo AP. Militares israelenses ainda não deram nenhum depoimento sobre o acontecido.

O pescador é considerado a primeira vítima fatal desde que o Hamas e outros grupos de militantes em Gaza decidiram executar um acordo de interrupção de ataques mediado pelo Egito.

O ministro da Defesa de Israel, Avigdor Lieberman, recusou-se a apoiar a decisão do governo de cessar as hostilidades com os militantes de Gaza, classificando o acordo de "capitulação ao terrorismo" e anunciou sua renúncia.

Como resposta a dezenas de ataques palestinos com foguetes, a Força Aérea israelense bombardeou alvos em todo o enclave. A medida foi tida como vingança pela morte de sete militares israelenses durante uma operação das forças especiais israelenses no dia 11 de novembro.

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