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EUA criticam bombardeiros russos na Venezuela: "Nós mandamos navio-hospital"

O coronel Robert Manning, porta-voz do Departamento de Defesa dos Estados Unidos, criticou com veemência nesta segunda-feira o envio de bombardeiros russos à Venezuela e citou o envio de navio-hospital à região como exemplo do compromisso de Washington com a região.
EFE

Washington - "O enfoque dos EUA sobre a região difere do enfoque da Rússia. No meio da tragédia, a Rússia envia bombardeiros à Venezuela e nós mandamos um navio-hospital", declarou Manning durante uma entrevista coletiva realizada hoje no Pentágono.


O militar se referia com estas palavras ao USNS Comfort, que partiu em meados de outubro rumo à América Central e à América do Sul para oferecer ajuda sanitária aos milhares de refugiados venezuelanos amparados por diversos países da região.

"Enquanto nós oferecemos ajuda humanitária, a Rússia envia bombardeiros", lamentou Manning em referência ao envio uma esquadrilha de aviões russos, incluindo dois bombardeiros estratégicos T-160, capazes de carregar bomb…

Por crise entre Ucrânia e Rússia, Donald Trump ameaça cancelar encontro com Vladimir Putin

Reunião entre os dois presidentes estava marcada para cúpula do G20, que começa na Argentina nesta semana


Por G1

Donald Trump pode cancelar o encontro com Vladimir Putin, antes previsto para ocorrer nesta semana durante a cúpula do G20 em Buenos Aires, na Argentina. Em entrevista ao jornal "The Washington Post" publicada nesta terça-feira (27), o presidente dos Estados Unidos disse que o motivo do cancelamento será a nova crise entre Rússia e Ucrânia, iniciada no domingo.


Montagem com fotos de Putin e Trump — Foto: Pavel Golovkin/Pool via Reuters; Jonathan Ernst/Reuters
Montagem com fotos de Putin e Trump — Foto: Pavel Golovkin/Pool via Reuters; Jonathan Ernst/Reuters

"Talvez eu não vá ao encontro. Eu não gosto dessa agressão. Eu não quero essa agressão de jeito nenhum", disse Trump ao "Post".

Ao jornal, o norte-americano disse aguardar um "relatório completo" da equipe de segurança nacional sobre a crise no Leste Europeu.

Trump já havia reagido à crise entre Rússia e Ucrânia na segunda-feira, ao sair da Casa Branca. "Nós não gostamos do que está acontecento, de maneira alguma. E espero que isso [a crise] seja resolvida", declarou, segundo a agência Reuters.

Putin: 'séria preocupação'

Mais cedo nesta terça-feira, o presidente russo, Vladimir Putin, expressou a "séria preocupação" de Moscou depois que a Ucrânia instaurou a lei marcial, que prevê mobilização de forças militares, entre outras medidas. O Kremlin teme uma escalada na tensão na Crimeia, região da Ucrânia anexada pela Rússia em 2014.


Mapa mostra trajeto das embarcações da Ucrânia atacadas por navios da Rússia — Foto: Fernanda Garrafiel/G1
Mapa mostra trajeto das embarcações da Ucrânia atacadas por navios da Rússia — Foto: Fernanda Garrafiel/G1

Putin pediu à chanceler da Alemanha, Angela Merkel, que tente dissuadir Kiev de qualquer ato "irracional" em resposta à captura de três embarcações ucranianas pela frota de Moscou no domingo. Além dos dois navios de patrulha e de um rebocador, tropas russas detiveram 20 marinheiros ucranianos.

Na Ucrânia, a lei marcial permite uma série de restrições, incluindo limitações de movimentação e assembleia pacífica, toques de recolher e restrições à mídia (veja mais aqui), embora o decreto de Poroshenko não faça referência específica a tais medidas.

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