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Os mísseis russos que se tornaram alvo de disputa entre EUA e Turquia

A Turquia, dona do segundo maior Exército entre os 29 países que compõem a Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte), está prestes a adquirir mísseis antiaéreos S-400.
BBC News Brasil

Os S-400 são os mísseis "terra-ar" mais avançados do mundo e se tornaram motivo de uma disputa entre Turquia e Estados Unidos que pode ameaçar a aliança militar das potências ocidentais.

Isso porque os S-400 são fabricados na Rússia, o principal rival da organização fundada em 1949 justamente para se opor à então União Soviética.

A insistência da Turquia em adquirir os mísseis russos irritou os Estados Unidos, que encaram a decisão como uma potencial ameaça para seus aviões de combate F-35, também em vias de serem comprados pelos turcos.
Troca de farpas

"Não ficaremos de braços cruzados enquanto os aliados da Otan compram armas dos nossos adversários", advertiu o vice-presidente dos EUA, Mike Pence, durante um encontro organizado há poucos dias em Washington para celebrar o aniversár…

'Provocação da Ucrânia': Rússia convoca reunião urgente do Conselho de Segurança da ONU

A Rússia solicitou uma reunião urgente dos membros do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) para as 14h (horário de Brasília) desta segunda-feira (26) para discutir a situação no mar de Azov, disse o primeiro vice-embaixador russo à ONU, Dmitry Polyansky.


Sputnik

Em sua conta no Twitter, Dmitry Polyansky afirmou que a reunião foi marcada para discutir "provocações perigosas da Ucrânia no mar de Azov e no estreito de Kerch, próximo à Crimeia, colocando em risco a paz e a segurança internacional".


Embaixador da Rússia na ONU, Vassily Nebenzia, fala durante um encontro do Consleho de Segurança da ONU, em 18 de Abril de 2018.
Embaixador da Rússia na ONU, Vassily Nebenzia © AP Photo / Mary Altaffer

No domingo (25), três navios da Marinha ucraniana, em violação dos artigos 19 e 21 da Convenção da ONU sobre o Direito do Mar, cruzaram a fronteira marítima russa.

O navios adentraram uma área temporariamente fechada das águas territoriais russas e se moviam do mar Negro em direção ao Estreito de Kerch, de acordo com o Serviço Federal de Segurança da Rússia (FSB).

Um outro grupo de navios se dirigia para o Estreito de Kerch a partir do porto de Berdyansk, no mar de Azov. O Estreito de Kerch, que liga o mar Negro ao mar de Azov, foi fechado pela Rússia no domingo (26) para navios civis devido a razões de segurança.

​No mesmo dia, o FSB informou que os mesmos três navios da Marinha da Ucrânia — Berdyansk, Nikopol e Yany Kapu — haviam sido detidos por violaren a fronteira da Rússia. Segundo observado pelo FSB, os navios ucranianos não reagiram às exigências legais dos navios que os abordaram e fizeram manobras perigosas.

"Em conexão com o desenvolvimento perigoso da situação no Mar de Azov e os eventos que se seguiram, a Rússia requisitou uma convocação urgente de uma reunião aberta do Conselho de Segurança na manhã de 26 de novembro sob o item da agenda 'Manutenção de paz e segurança internacional", disse Polyansky.

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