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EUA criticam bombardeiros russos na Venezuela: "Nós mandamos navio-hospital"

O coronel Robert Manning, porta-voz do Departamento de Defesa dos Estados Unidos, criticou com veemência nesta segunda-feira o envio de bombardeiros russos à Venezuela e citou o envio de navio-hospital à região como exemplo do compromisso de Washington com a região.
EFE

Washington - "O enfoque dos EUA sobre a região difere do enfoque da Rússia. No meio da tragédia, a Rússia envia bombardeiros à Venezuela e nós mandamos um navio-hospital", declarou Manning durante uma entrevista coletiva realizada hoje no Pentágono.


O militar se referia com estas palavras ao USNS Comfort, que partiu em meados de outubro rumo à América Central e à América do Sul para oferecer ajuda sanitária aos milhares de refugiados venezuelanos amparados por diversos países da região.

"Enquanto nós oferecemos ajuda humanitária, a Rússia envia bombardeiros", lamentou Manning em referência ao envio uma esquadrilha de aviões russos, incluindo dois bombardeiros estratégicos T-160, capazes de carregar bomb…

Putin e Netanyahu se encontram pela primeira vez desde incidente militar na Síria

O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, se reuniu com o presidente russo, Vladimir Putin, em Paris, neste domingo.


Sputnik

Netanyahu visitou a capital francesa para as comemorações do fim da Primeira Guerra Mundial e disse aos jornalistas que "conversou com muitos líderes, inclusive com o presidente (Donald) Trump, e também com o presidente Putin".


Russian President Vladimir Putin, left, listens to his host Israeli Prime Minister Benjamin Netanyahu as they prepare to deliver joint statements after their meeting and a lunch in the Israeli leader's Jerusalem residence, Monday, June 25, 2012
Vladimir Putin e Benjamin Netanyahu © AP Photo / Jim Hollander, Pool

"Minha conversa com o presidente Putin foi boa e direta, eu diria mesmo que foi muito importante", disse Netanyahu.

Esse foi o primeiro encontro face a face de Putin e Netanyahu desde que um avião russo foi abatido na Síria, em 17 de setembro, pelos sistemas antiaéreos sírios, que estavam se defendendo de uma incursão da força aérea israelense no país.

Quinze russos morreram no incidente. Moscou culpou Israel, alegando que o avião russo foi usado como escudo.

Israel contesta as acusações russas e afirma que seus caças já tinham retornado para o espaço aéreo israelense durante a tragédia.

A Rússia apóia o regime do presidente Bashar Assad na Síria, em parceria com Irã e Hezbollah, suscitando protestos de Tel Aviv.

Após o incidente, o Kremlin instalou sistemas de defesa aérea S-300 em áreas controladas por Damasco, ampliando tensões com Israel, que se viu forçado a limitar seus ataques contra o país árabe vizinho.

Rússia e Israel estabeleceram uma linha direta em 2015 para evitar confrontos acidentais na Síria e declararam esforços para desenvolver ainda mais os contatos entre os seus militares.

As relações bilaterais entre os dois países, entretanto, vivem momentos delicados.

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