Pular para o conteúdo principal

Postagem em destaque

Diretor de Projetos da Marinha do Brasil diz que Programa Tamandaré não será afetado por cortes no orçamento

Convidado para falar a empresários catarinenses durante a reunião do Comitê da Indústria da Defesa (Comdefesa), da Fiesc, o vice-almirante Petronio Augusto Siqueira de Aguiar, diretor de Projetos da Marinha do Brasil, garantiu na manhã desta quinta-feira que o bloqueio de verbas do governo federal não vai afetar o andamento do projeto de construção de quatro navios da Marinha em Itajaí.
Poder Naval

Ele confirmou que o recurso previsto para a empreitada, de R$ 2,5 bilhões, está contingenciado – mas acredita que isso será revertido no segundo semestre. – Esse projeto não tem volta. O Brasil e a Marinha precisam modernizar a frota – afirmou.

A Marinha foi a principal atingida pelo bloqueio de verbas no setor de Defesa, que soma R$ 13 bilhões. O recurso para as corvetas está com a Emgepron, empresa de projetos da Marinha que negocia os termos do contrato com o consórcio Águas Azuis, vencedor da concorrência pública para construção das embarcações.

O grupo tem entre as consorciadas a alemã Thys…

Rebeldes ugandenses sequestram 20 pessoas na República Democrática do Congo

Pelo menos 20 pessoas, entre elas dez crianças, foram sequestradas por supostos rebeldes de Uganda da Frente Democrática Aliada (ADF, na sigla em inglês) no nordeste da República Democrática do Congo, informaram nesta terça-feira à Agência Efe fontes da sociedade civil do país africano.


EFE

Kinshasa - O fato aconteceu na segunda-feira em Oicha, perto da cidade de Beni, na província de Kivu do Norte, após uma incursão de membros da ADF, que teriam sequestrado pelo menos 20 pessoas, segundo explicou à Efe por telefone o presidente da sociedade civil de Beni, Kizito Bin Hangi.


Resultado de imagem para Frente Democrática Aliada ADF
Membros da Frende Democrática Aliada de Uganda | Reprodução

"Exigimos que seja tomada alguma medida para libertar os menores e os outros sequestrados", afirmou o ativista, que destacou que a segurança no território de Beni é ainda frágil e que "os sequestradores não estão sendo perseguidos".

A notícia foi divulgada um dia depois que um grupo de homens armados, ainda não identificados, mas cujo "modus operandi" se associa também à ADF, atacaram e incendiaram uma das posições estratégicas das Forças Armadas da República Democrática do Congo (FARDC).

O grupo rebelde iniciou sua campanha de violência em 1996 no distrito de Kasese, no oeste de Uganda, e depois se expandiu para várias regiões fronteiriças com a República Democrática do Congo.

Trata-se de uma das organizações armadas que atualmente seguem ativas no país, após o desarmamento em novembro de 2014 do grupo rebelde M23, que chegou a controlar boa parte da região.

A República Democrática do Congo e, concretamente, a região nordeste do país, está há anos imersa em um longo conflito alimentado pela presença de dezenas de grupos armados rebeldes, apesar da atividade do exército congolês e da Missão da ONU (Monusco).

Comentários

NOTÍCIAS MAIS LIDAS

Postagens mais visitadas