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O Brasil tem poder de fogo para proteger a riqueza da Amazônia Azul? (VÍDEO)

Devido à enorme riqueza natural, a porção de mar sob jurisdição brasileira é também conhecida como Amazônia Azul. A área é um dos mais importantes patrimônios naturais brasileiros e é uma preocupação para o setor de Defesa. Para comentar o assunto, a Sputnik Brasil ouviu Ricardo Cabral, pesquisador da Escola de Guerra Naval da Marinha do Brasil.
Sputnik

O pesquisador falou sobre a importância comercial e estratégica, o potencial energético, científico e as obrigações internacionais do Brasil com as áreas da Amazônia Azule seu entorno. Ele também descreveu o atual estado da esquadra da Marinha brasileira, que carece de investimentos e pleiteia junto ao novo governo federal uma fatia maior do orçamento público, limitado pela Emenda Constitucional nº 95.


Foi a própria Marinha brasileira que cunhou o termo "Amazônia Azul", em referência ao tamanho da biodiversidade e dos bens naturais encontradas em sua área. No entanto, a área marítima é ainda maior do que porção brasileira da flo…

Rebeldes ugandenses sequestram 20 pessoas na República Democrática do Congo

Pelo menos 20 pessoas, entre elas dez crianças, foram sequestradas por supostos rebeldes de Uganda da Frente Democrática Aliada (ADF, na sigla em inglês) no nordeste da República Democrática do Congo, informaram nesta terça-feira à Agência Efe fontes da sociedade civil do país africano.


EFE

Kinshasa - O fato aconteceu na segunda-feira em Oicha, perto da cidade de Beni, na província de Kivu do Norte, após uma incursão de membros da ADF, que teriam sequestrado pelo menos 20 pessoas, segundo explicou à Efe por telefone o presidente da sociedade civil de Beni, Kizito Bin Hangi.


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Membros da Frende Democrática Aliada de Uganda | Reprodução

"Exigimos que seja tomada alguma medida para libertar os menores e os outros sequestrados", afirmou o ativista, que destacou que a segurança no território de Beni é ainda frágil e que "os sequestradores não estão sendo perseguidos".

A notícia foi divulgada um dia depois que um grupo de homens armados, ainda não identificados, mas cujo "modus operandi" se associa também à ADF, atacaram e incendiaram uma das posições estratégicas das Forças Armadas da República Democrática do Congo (FARDC).

O grupo rebelde iniciou sua campanha de violência em 1996 no distrito de Kasese, no oeste de Uganda, e depois se expandiu para várias regiões fronteiriças com a República Democrática do Congo.

Trata-se de uma das organizações armadas que atualmente seguem ativas no país, após o desarmamento em novembro de 2014 do grupo rebelde M23, que chegou a controlar boa parte da região.

A República Democrática do Congo e, concretamente, a região nordeste do país, está há anos imersa em um longo conflito alimentado pela presença de dezenas de grupos armados rebeldes, apesar da atividade do exército congolês e da Missão da ONU (Monusco).

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