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Empresa chinesa faz peças para F-35? Revelação surge em meio a polêmicas envolvendo Huawei

Em meio à briga contínua entre os EUA e a gigante tecnológica chinesa Huawei, classificada como ameaça à segurança por Washington, verificou-se que uma subsidiária com sede no Reino Unido de uma companhia chinesa fabrica peças para os jatos americanos F-35.
Sputnik

Trata-se da companhia chinesa Exception PCB, com sede no condado britânico de Gloucestershire, que fabrica placas de circuitos que controlam os motores, iluminação, combustível e sistemas de navegação dos caças F-35 – o sistema de armas mais caro já feito.

De acordo com a emissora britânica Sky, citando materiais divulgados pelo Ministério da Defesa do Reino Unido, a empresa que fabrica componentes para os caças da Lockheed Martin foi comprada em 2013 pela companhia chinesa Shenzhen Fastprint, que inclusive já participou da fabricação de caças Eurofighter Typhoon e de helicópteros de ataque Apache.

"A Exception PCB, com sede em Gloucestershire, fabrica placas de circuito impresso que controlam muitas das principais capacid…

Rússia adverte EUA e Ucrânia pelo 'flerte com ideais nazistas'

O surgimento de glorificação do nazismo em uma série de países pode ocasionar perigosas consequências em forma de conflitos internos, declarou Andrei Klishas, chefe do Comitê Legislativo do Conselho da Federação da Rússia.


Sputnik

Em 15 de novembro, o Terceiro Comitê da Assembleia Geral da ONU adotou o projeto de resolução, sugerido por uma série de países, incluindo a Rússia, contra a glorificação do nazismo. Na votação, 130 países votaram a favor, 51 se abstiveram e apenas dois votaram contra — os Estados Unidos e a Ucrânia.


Participantes de marcha nacionalista dedicada ao 76º aniversário do Exército Insurgente da Ucrânia (organização extremista proibida na Rússia) em Kiev
© Sputnik / Stringer

"Não é segredo que o surgimento da glorificação do nazismo, infelizmente, tem lugar em uma série de governos atualmente, podendo ocasionar perigosas consequências em forma de conflitos internos. A história mundial sabe outros exemplos de consequências extremamente negativas da manifestação dos ideais nazistas, que levaram muitas vezes ao genocídio, sendo um dos casos mais sangrentos o de Ruanda em 1994", afirmou Klishas à Sputnik.

Segundo ele, a recusa dos Estados Unidos e da Ucrânia de apoio à resolução da ONU contra a glorificação do nazismo demonstra que eles não desejam aderir aos "princípios e ideais fundamentais da moderna ordem mundial".

"O fato de alguns Estados terem esquecido lições históricas pode ter consequências duradouras, especialmente em seus assuntos da política interna. Flerte com ideais nazistas nunca alcança bondade", disse Klishas.

O senador afirmou que no sistema de relações internacionais, não há consenso completo sobre o problema da glorificação do nazismo, e alguns países tentam reabilitar ideias que causaram muitos conflitos sangrentos no passado para usá-las nos interesses políticos.

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