Pular para o conteúdo principal

Postagem em destaque

EUA: sanções contra Venezuela servem como 'alerta para atores externos, incluindo Rússia'

Na última terça-feira (17), o secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, culpou a Rússia e a Venezuela pela crise de refugiados observada no país latino-americano.
Sputnik

O conselheiro de Segurança Nacional dos EUA, John Bolton, anunciou nesta quarta-feira (17) que os EUA estão impondo uma nova rodada de sanções contra a Venezuela, acrescentando o banco central do país à lista de restrições. 

Segundo o conselheiro de Segurança Nacional, as sanções recém-aplicadas deveriam se tornar um alerta para "todos os atores externos, inclusive a Rússia".

Desde o início da crise política na Venezuela no início deste ano, os EUA impuseram várias rodadas de sanções, visando os setores petrolífero e bancário do país, bem como indivíduos ligados às autoridades do país.

A Venezuela está sofrendo grave crise política desde janeiro. Junto com outros países ocidentais, os EUA apoiam Juan Guaidó, que se proclamou presidente interino da Venezuela. Ao mesmo tempo, Rússia, China e Turquia, entre outros…

Rússia adverte para 'ilusão' sobre avanço da ideia de Macron sobre exército europeu

A Rússia acredita que a explicação oferecida pelos países europeus para aumentar os gastos militares com a necessidade de coibir algum "agressor potencial ilusório" é exagerada, informou o Ministério das Relações Exteriores da Rússia neste sábado.


Sputnik

O presidente da França, Emmanuel Macron, disse em 6 de novembro que a União Europeia (UE) deveria ter um "verdadeiro exército europeu" independente dos Estados Unidos para poder se defender. Além disso, ele observou que o bloco deve se defender contra a China, a Rússia e até mesmo os Estados Unidos. A chanceler alemã Angela Merkel também apoiou a ideia de criar um exército europeu.


Paraquedistas do exército francês patrulham a área perto da Torre Eiffel em Paris
© REUTERS / PHILIPPE WOJAZER

"Consideramos igualmente forçado tentar encontrar um 'inimigo externo' e, agarrando-se a falsos paralelos históricos, para justificar a acumulação de gastos militares pela oposição a um 'agressor potencial' ilusório", disse o ministério russo.

A pasta chamou a atenção para as tentativas de "traçar mais do que duvidosas paralelas" entre a situação atual na Europa e os períodos anteriores às duas guerras mundiais, segundo as quais a ascensão do nacionalismo foi um catalisador para os conflitos.

"Nesse sentido, somos forçados a lembrar que a Primeira Guerra Mundial foi o resultado do desejo das grandes potências da época de estabelecer a hegemonia europeia e global, redistribuir as esferas de influência e de não apoiar a soberania do Estado", pontuou.

É inaceitável colocar um sinal de igualdade entre a proteção dos interesses nacionais e do nacionalismo, entre a luta pelo direito de preservar a identidade, a lealdade aos valores tradicionais e à guerra, concluiu o ministério.

Comentários

NOTÍCIAS MAIS LIDAS

Postagens mais visitadas