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Executiva da Huawei deixa a prisão após pagar fiança no Canadá; ex-diplomata canadense é preso na China

Justiça aceitou pedido da chinesa, que foi detida a pedido dos Estados Unidos e corria risco de extradição. Fiança estipulada fixada em US$ 7,5 milhões.
Por G1

A diretora financeira da Huawei, Meng Wanzhou, foi solta nesta quarta-feira (12) depois de passar 11 dias presa no Canadá.

A executiva teve aceito o pedido de liberdade condicional, por um juiz canadense. O valor da fiança foi fixado em 10 milhões de dólares canadenses (US$ 7,5 milhões).

Meng saiu da prisão poucas horas depois da ordem do juiz, informou o canal Global News.

"O risco de que não se apresente perante o tribunal (para uma audiência de extradição) pode ser reduzido a um nível aceitável, impondo as condições de fiança propostas por seu assessor", disse o juiz, aplaudido na sala do tribunal pelos partidários da empresa chinesa, informa a France Presse.

As condições de libertação incluem a entrega de seus dois passaportes, que permaneça em uma de suas residências de Vancouver e use tornozeleira eletrônica. Além dis…

Rússia adverte para 'ilusão' sobre avanço da ideia de Macron sobre exército europeu

A Rússia acredita que a explicação oferecida pelos países europeus para aumentar os gastos militares com a necessidade de coibir algum "agressor potencial ilusório" é exagerada, informou o Ministério das Relações Exteriores da Rússia neste sábado.


Sputnik

O presidente da França, Emmanuel Macron, disse em 6 de novembro que a União Europeia (UE) deveria ter um "verdadeiro exército europeu" independente dos Estados Unidos para poder se defender. Além disso, ele observou que o bloco deve se defender contra a China, a Rússia e até mesmo os Estados Unidos. A chanceler alemã Angela Merkel também apoiou a ideia de criar um exército europeu.


Paraquedistas do exército francês patrulham a área perto da Torre Eiffel em Paris
© REUTERS / PHILIPPE WOJAZER

"Consideramos igualmente forçado tentar encontrar um 'inimigo externo' e, agarrando-se a falsos paralelos históricos, para justificar a acumulação de gastos militares pela oposição a um 'agressor potencial' ilusório", disse o ministério russo.

A pasta chamou a atenção para as tentativas de "traçar mais do que duvidosas paralelas" entre a situação atual na Europa e os períodos anteriores às duas guerras mundiais, segundo as quais a ascensão do nacionalismo foi um catalisador para os conflitos.

"Nesse sentido, somos forçados a lembrar que a Primeira Guerra Mundial foi o resultado do desejo das grandes potências da época de estabelecer a hegemonia europeia e global, redistribuir as esferas de influência e de não apoiar a soberania do Estado", pontuou.

É inaceitável colocar um sinal de igualdade entre a proteção dos interesses nacionais e do nacionalismo, entre a luta pelo direito de preservar a identidade, a lealdade aos valores tradicionais e à guerra, concluiu o ministério.

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