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Executiva da Huawei deixa a prisão após pagar fiança no Canadá; ex-diplomata canadense é preso na China

Justiça aceitou pedido da chinesa, que foi detida a pedido dos Estados Unidos e corria risco de extradição. Fiança estipulada fixada em US$ 7,5 milhões.
Por G1

A diretora financeira da Huawei, Meng Wanzhou, foi solta nesta quarta-feira (12) depois de passar 11 dias presa no Canadá.

A executiva teve aceito o pedido de liberdade condicional, por um juiz canadense. O valor da fiança foi fixado em 10 milhões de dólares canadenses (US$ 7,5 milhões).

Meng saiu da prisão poucas horas depois da ordem do juiz, informou o canal Global News.

"O risco de que não se apresente perante o tribunal (para uma audiência de extradição) pode ser reduzido a um nível aceitável, impondo as condições de fiança propostas por seu assessor", disse o juiz, aplaudido na sala do tribunal pelos partidários da empresa chinesa, informa a France Presse.

As condições de libertação incluem a entrega de seus dois passaportes, que permaneça em uma de suas residências de Vancouver e use tornozeleira eletrônica. Além dis…

Rússia diz que estado de exceção na Ucrânia pode aumentar tensão em Donbass

A decisão das autoridades da Ucrânia de impor o estado de exceção em dez regiões, entre elas os territórios separatistas de Donetsk e Lugansk, é um assunto interno da Ucrânia que pode levar a uma escalada das tensões no leste do país, advertiu nesta terça-feira o governo da Rússia.


EFE

Moscou - "A imposição do estado de exceção em várias regiões tem potencial para levar a uma escalada (das tensões) nas regiões de conflito", disse à imprensa o porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov, que detalhou que estava se referindo à situação em Donbass.


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Dmitry Peskov e Valdimir Putin | Russian TV


Peskov acrescentou que, apesar de se tratar de um assunto interno de Kiev, a proximidade das eleições de março de 2019 faz com que a medida tenha uma "pintura especial e pouca camuflada".

Peskov afirmou que o presidente russo, Vladimir Putin, manifestará sua posição sobre o incidente naval com a Ucrânia "nos próximos dias", provavelmente, durante sua participação na cúpula do G20 que será realizada em Buenos Aires na sexta-feira e no sábado.

Ao mesmo tempo, o porta-voz lembrou que, embora o incidente no Mar Negro não esteja na agenda das reuniões do presidente russo no G20, ele estaria disposto a discuti-lo durante os encontros bilaterais com outros líderes e "não deve haver dúvida de que (Putin) dará esclarecimentos exaustivos a respeito".

O parlamento ucraniano aprovou ontem a proposta apresentada pelo presidente Petro Poroshenko de impor o estado de exceção a partir de 28 de novembro e por um período de 30 dias.

O estado de exceção será aplicado em dez regiões litorâneas e limítrofes com a Rússia - entre elas Donetsk e Lugansk, que é cenário de um conflito desde 2014 - e com a Moldávia, assim como no o Mar de Azov.

A Rússia mantém retidos três navios ucranianos, que foram apreendidos após o incidente de domingo, e seus tripulantes, acusados de violação de águas territoriais russas.

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