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EUA criticam bombardeiros russos na Venezuela: "Nós mandamos navio-hospital"

O coronel Robert Manning, porta-voz do Departamento de Defesa dos Estados Unidos, criticou com veemência nesta segunda-feira o envio de bombardeiros russos à Venezuela e citou o envio de navio-hospital à região como exemplo do compromisso de Washington com a região.
EFE

Washington - "O enfoque dos EUA sobre a região difere do enfoque da Rússia. No meio da tragédia, a Rússia envia bombardeiros à Venezuela e nós mandamos um navio-hospital", declarou Manning durante uma entrevista coletiva realizada hoje no Pentágono.


O militar se referia com estas palavras ao USNS Comfort, que partiu em meados de outubro rumo à América Central e à América do Sul para oferecer ajuda sanitária aos milhares de refugiados venezuelanos amparados por diversos países da região.

"Enquanto nós oferecemos ajuda humanitária, a Rússia envia bombardeiros", lamentou Manning em referência ao envio uma esquadrilha de aviões russos, incluindo dois bombardeiros estratégicos T-160, capazes de carregar bomb…

Rússia não vê necessidade de intermediários para resolver crise no estreito de Kerch

O ministro das Relações Exteriores russo, Sergei Lavrov, declarou nesta terça-feira (27) que não vê a necessidade de intermediários para resolver a situação no Mar de Azov, onde três navios da Marinha ucraniana violaram a fronteira do estado da Rússia no último domingo.


Sputnik

"Quanto ao incidente na entrada do Estreito de Kerch, no Mar Negro, ontem, esta situação foi discutida em uma conversa telefônica entre o presidente Vladimir Putin e a chanceler alemã Angela Merkel", disse Lavrov em entrevista coletiva.


Russian Foreign Minister Sergei Lavrov during talks with Japanese сcounterpart Taro Kono and Japanese Defense Minister Itunori Onodara in the 2 + 2 format.
Sergei Lavrov © Sputnik / Ramil Sitdikov

Segundo ele, durante a conversa chegou-se a um certo entendimento, que será implementado em um futuro próximo.

"Não vejo necessidade de intermediários", disse o ministro das Relações Exteriores da Rússia, ao ser perguntado se Moscou acredita que a situação foi tão longe que seria necessária a ajuda de intermediários.

Na segunda-feira (26), após o incidente com navios ucranianos no estreito de Kerch, a Suprema Rada (parlamento ucraniano) aprovou a decisão de impor a lei marcial por um prazo de 30 dias, abrangendo diferentes partes do país, decisão apoiada pelo presidente Pyotr Poroshenko.

No domingo (25), três navios ucranianos violaram a fronteira russa no mar Negro e realizaram manobras perigosas ignorando os avisos das embarcações russas. A parte russa tomou a decisão de deter os navios junto com 24 marinheiros. Durante a detenção, três militares ucranianos ficaram levemente feridos e receberam assistência médica, não correndo risco de vida.

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