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Marinha da Argentina fala sobre localização do submarino ARA San Juan

Embarcação desaparecida há 1 ano foi localizada neste sábado a 907 metros de profundidade. Ainda não há previsão de início dos trabalhos de resgate. 'Não temos meios para resgatar o submarino', diz ministro.
Por G1

A Marinha da Argentina informou neste sábado (17) que o submarino ARA San Juan, que sumiu há 1 ano com 44 tripulantes, foi encontrado a 907 metros de profundidade em uma área de "visibilidade bastante reduzida", e que a embarcação sofreu uma "implosão" no fundo das águas do Oceano Atlântico.

Segundo Enrique Balbi, porta-voz da Marinha, a proa, a popa e a vela se desprenderam do submarino e estão localizadas em uma área de 80 a 100 metros. “Isso sugere que a implosão tenha ocorrido muito perto do fundo”, disse.

Segundo a Marinha, as imagens mostram que o casco do submarino permaneceu bastante intacto, apenas com algumas deformações, e que todas as outras partes se desprenderam. A implosão teria ocorrido em razão da pressão externa do mar ter superado …

Rússia sanciona 322 pessoas e 68 empresas ligadas ao governo da Ucrânia

O governo russo impôs nesta quinta-feira sanções a 322 pessoas e 68 empresas vinculadas ao governo ucraniano, entre elas políticos, empresários, militares e integrantes da Justiça e dos serviços de inteligência.


EFE

Moscou - O primeiro-ministro russo, Dmitri Medvedev, assinou hoje a resolução com a "lista negra" dos sancionados solicitada pelo presidente Vladimir Putin, em 22 de outubro, em resposta às ações "poucas amistosas" da Ucrânia, "contrárias à lei internacional e relacionadas à imposição de restrições a cidadãos e entidades da Rússia".


Foto de arquivo que mostra o presidente Russo, Vladímir Putin (dir.), e o primeiro-ministro russo, Dmitri Medvedev (esq.). EFE/ Yuri Kochetkov
Foto de arquivo que mostra o presidente Russo, Vladímir Putin (dir.), e o primeiro-ministro russo, Dmitri Medvedev (esq.). EFE/ Yuri Kochetkov

De acordo com a agência de notícias russa "RIA Novosti", a lista inclui Olexiy, filho mais velho do presidente da Ucrânia, Petro Poroshenko; os ministros ucranianos do Interior, Arsen Avakov, e da Defesa, Stepan Poltorak; o vice-ministro da Defesa, Pavlo Petrenko; o secretário do Conselho de Segurança Nacional e da Defesa, Oleksandr Turchynov; e o responsável do Serviço de Segurança, Vasyl Hrytsak.

Também figuram o procurador-geral da Ucrânia, Yuriy Lutsenko; o chefe do Estado Maior, Viktor Muzhenko; e o embaixador ucraniano nos Estados Unidos, Valeriy Chaly.

Entre os sancionados estão ainda os ex-primeiros-ministros Yulia Tymoshenko e Arseniy Yatsenyuk, o ex-líder do radical "Setor de Direitas" Dmytro Yarosh e o executivo-chefe da Naftogaz, Andriy Kobolyev.

De acordo com o presidente russo, as sanções impostas poderão ser canceladas se a Ucrânia suspender as suas.

O porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov, disse à imprensa que o governo espera que com isso os líderes ucranianos "cedo ou tarde mostrem uma pequena vontade política de normalizar as relações com a Rússia", conforme a agência "Itar-Tass".

A Rússia tomou essa decisão depois que a Ucrânia impôs restrições, em setembro, às empresas russas RZD Logistics, Promkompleksplast e Gazgolder, pela colaboração com as repúblicas autoproclamadas de Lugansk e Donetsk, no leste ucraniano. Meses antes, em maio, Poroshenko assinou um decreto com novas sanções contra a Rússia e estendeu as impostas desde 2014, quando o país fez a anexação da Península da Crimeia.

As sanções da Ucrânia são dirigidas a quase 1.750 pessoas e 750 entidades. Elas afetam principalmente empresas russas dos setores de Defesa, tabaco, aviação, transporte e finanças, assim como jornalistas, políticos, ativistas, militares e empresários com negócios na Crimeia.

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