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EUA podem dobrar contingente militar na América do Sul, diz chefe da inteligência russa

Os EUA podem aumentar seu contingente militar na América Central e do Sul de 20 mil para 40 mil homens, disse o vice-almirante Igor Kostyukov, chefe do Departamento Central de Inteligência (GRU, sigla em russo), do Estado-Maior das Forças Armadas da Rússia.
Sputnik

"Embora na América Latina não haja ameaça militar direta para a segurança dos EUA, Washington tem uma presença militar significativa [na região]. O Comando Conjunto das Forças Armadas dos EUA implantou na América Central e do Sul um contingente de 20 mil militares. No período de ameaças este pode aumentar para 40 mil militares", explicou Kostyukov.


De acordo com ele, os EUA podem provocar uma "revolução colorida" na Nicarágua e Cuba.

"As tecnologias de 'revolução colorida' testadas na Venezuela podem vir a ser usadas em breve na Nicarágua e em Cuba", disse ele.

Segundo Kostyukov, os EUA estão tentando estabelecer o controle total sobre a América Latina.

"A Administração dos EUA considera…

Serviços especiais ocidentais estariam dificultando investimentos estrangeiros na Crimeia

Investidores dos EUA e da UE continuam implementando seus projetos de negócios na Crimeia, mas seus nomes não podem ser divulgados por causa do regime de sanções, disse à Sputnik o vice-primeiro-ministro do Desenvolvimento Econômico da Crimeia, Andrei Kulik.


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"Estes são representantes de países europeus, Itália, Alemanha e Europa Oriental. Há também representantes dos Estados Unidos. Nem todos gostariam que seus nomes fossem anunciados, por causa do regime de sanções", disse Kulik a repórteres.


Crimeia
Crimeia © Sputnik / Artem Kreminsky

Agências de inteligência de países ocidentais impedem a chegada de investidores estrangeiros na Crimeia, uma dessas tentativas foi realizada pela República Tcheca.

"Os serviços especiais tchecos dirigiram-se a um de nossos colegas com perguntas sobre o que ele estava fazendo na Crimeia e quais eram seus interesses comerciais. Isso é o que eu realmente sei. Quando serviços especiais apelam, isso pode ser considerado como pressão ou como interesse", acrescentou ele a repórteres.

Existem restrições associadas à ação dos serviços especiais de vários países que impedem ou, ao menos, limitam as atividades e a possibilidade de livre movimentação dos participantes no processo de negociações.

Segundo ele, nos últimos cinco anos, os investidores estrangeiros se adaptaram às restrições de sanções impostas à Crimeia.

"Todo mundo entende como e o que precisa ser feito para minimizar o impacto dessas sanções", sublinhou o vice-primeiro-ministro.

Após o golpe ocorrido na Ucrânia e a reunificação da Crimeia à Rússia (através de referendo e de forma democrática), as relações entre o país eslavo e o Ocidente pioraram. Os EUA, junto com outros países, acusaram Moscou de intervenção nos assuntos internos ucranianos, o que foi repetidamente negado pela Rússia.

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