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Trump diz que 'certamente' entraria em guerra com o Irã, mas 'não agora'

O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que consideraria uma ação militar contra o Irã para impedir que a República Islâmica consiga armas nucleares. A briga entre Teerã e Washington aumentou depois que os EUA acusaram o Irã de atacar dois petroleiros.
Sputnik

"Eu certamente vou considerar as armas nucleares", disse Trump à revista Time na terça-feira, quando perguntado sobre o que poderia levá-lo a declarar guerra ao Irã. "E eu manteria o outro um ponto de interrogação".

A reportagem não especificou se o presidente elaborou o cenário de lançar um conflito armado de pleno direito com a República Islâmica sobre seu programa nuclear. Quando um repórter perguntou a Trump se ele estava considerando uma ação militar contra o Irã agora, ele respondeu: "Eu não diria isso. Eu não posso dizer isso".

Seus comentários foram feitos um dia depois de o Pentágono ter enviado 1.000 soldados extras para o Oriente Médio "para fins defensivos".

Os Estados Unidos cu…

Sistema chinês de defesa antiaérea seria derivado do S-300 russo, diz especialista

O sistema de defesa chinês HQ-9 seria semelhante ao sistema russo S-300 não só na aparência como também nas especificações.


Sputnik

Especialista da revista The National Interest, Charlie Gao, analisou recentemente o sistema chinês na tentativa de entender se o equipamento seria mais uma cópia chinesa dos equipamentos russos.


HQ-9
HQ-9 © Foto: Wikipedia

Apesar de a China ser conhecida por copiar armamentos de outras nações, principalmente da Rússia, vale ressaltar que, desde 1956, a China não recebeu ajuda da União Soviética relacionada a sistemas antiaéreos. Desde então, os chineses desenvolveram apenas sistemas de curto e médio alcance, como o HQ-61 e HQ-6.

O sistema chinês HQ-9 surgiu na década de 80, quase no mesmo período em que os sistemas russos e americanos surgiram. Entretanto, o problema da China era a lentidão no desenvolvimento de seus armamentos.

Diante do problema enfrentado pelos chineses e da oportunidade de adquirir os sistemas russos S-300PMU1, o gigante asiático não pensou duas vezes e optou pela aquisição dos sistemas antiaéreos russos. Pouco depois da aquisição, surgiram os primeiros sistemas HQ-9 produzidos pela China, o que gerou desconfiança de que os chineses teriam utilizado os sistemas S-300 para desenvolver seus sistemas HQ-9, porém, a China nega qualquer relação entre os dois armamentos, afirma o especialista.

O fato de a China não confirmar a relação, não convence o Ocidente, que também acredita que os sistemas chineses não passam de uma duplicação dos sistemas russos. Outro fato que reforça essa ideia, é que pouco depois de a China adquirir a atualização dos S-300, conhecida como S-300PMU2, em 2004, surgiram os atualizados sistemas antiaéreos chineses HQ-9B, donos de um alcance entre 250 e 300 quilômetros.

O especialista ainda ressalta que a China recentemente comprou os sistemas russos S-400, o que levaria a crer que em breve a China possuirá equipamentos semelhantes aos russos — sendo um risco para o mercado de armamentos, já que os chineses poderiam vender seus equipamentos por um valor mais baixo que o dos S-400, por exemplo.

Entretanto, a Rússia não apresenta qualquer preocupação com a concorrência chinesa e a capacidade dos sistemas de defesa chineses, demonstrando confiança de que o gigante asiático não será capaz de competir com os novos sistemas russos, concluiu Charlie Gao.

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