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Militares juntam-se à polícia em protesto dos "coletes amarelos". Há 31 detidos

Os militares da operação antiterrorista "Sentinela" foram mobilizados para proteger as principais instituições francesas. Ao final da manhã, os coletes amarelos eram ainda em pequeno número na capital e quase invisíveis entre a população.
Diário de Notícias

As forças armadas francesas juntaram-se à polícia, este sábado, em Paris, para enfrentar o 19º fim de semana consecutivo de protestos dos coletes amarelos contra o governo do presidente Emmanuel Macron. Ao final da manhã, com os locais habituais de manifestação interditos e o reforço militar junto às principais instituições francesas, os "coletes amarelos" passavam quase despercebidos entre turistas e parisienses.

Segundo a Reuters, o governo francês decidiu mobilizar os militares da operação antiterrorista "Sentinela", depois de ter proibido os manifestantes de se reunirem nos Campos Elísios, onde no último fim de semana dezenas de lojas foram destruídas e algumas completamente pilhadas.

Além da presença …

'Sofrerão consequências': navio chinês teria ameaçado destróier dos EUA (VÍDEO)

O incidente entre os dois navios ocorreu ainda no fim de setembro, mas os detalhes, em particular a transcrição do diálogo entre as tripulações, só agora vieram à tona.


Sputnik

Em 30 de setembro, o destróier USS Decatur e o navio de guerra chinês Luyang efetuaram uma aproximação perigosa no mar do Sul da China. O jornal South China Morning Post teve acesso a filmagens do incidente, na qual se pode ouvir um militar americano dizendo que o navio chinês "está tentando nos empurrar para fora do caminho".


The two warships narrowly avoided a collision. Photo: British Ministry of Defence
Reprodução

O jornal também acedeu à transcrição das comunicações via rádio entre as duas embarcações, concedida pelo Ministério da Defesa da Grã-Bretanha, mostrando que o navio chinês ameaçou o USS Decatur antes de se aproximar, avisando que este "sofreria consequências" se não mudasse o rumo.

"Estão seguindo um curso perigoso. Se não o mudarem, sofrerão consequências", comunicou o navio chinês, segundo a mídia.

"Estamos efetuando uma passagem inocente", teria respondido a tripulação americana.

A Marinha americana afirmou que a "manobra insegura e pouco profissional" do navio chinês fez com que o destróier americano, que estava realizando uma operação de liberdade de navegação perto das disputadas Ilhas Spratly, tivesse que manobrar para evitar a colisão.

Pequim, por sua parte, respondeu que USS Decatur entrou nas águas chinesas, demonstrando ações provocadoras.

Anteriormente, os navios chineses e estadunidenses já tinham estado envolvidos em incidentes semelhantes no mar do Sul da China, mas que o que ocorreu em 30 setembro foi o mais grave até agora, segundo fontes norte-americanas.



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