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Área militar do governo brasileiro demonstra desconforto com suspensão de investigação do caso Queiroz

Integrantes da área militar do governo demostraram desconforto com o pedido de suspensão da investigação para apurar movimentações financeiras de Fabricio Queiroz consideradas "atípicas" pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf).
Por Gerson Camarotti | G1

A avaliação de auxiliares do presidente Jair Bolsonaro é que essa decisão tomada pelo ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), só faz prolongar o desgaste provocado pelo caso.

O ministro Luiz Fux atendeu pedido do deputado estadual e senador eleito Flavio Bolsonaro (PSL-RJ), de quem Queiroz foi assessor. O Coaf apontou movimentação de R$ 1,2 milhão em uma conta bancária de Queiroz durante um ano sem que houvesse esclarecimento.

Para esses auxiliares, foi uma surpresa a solicitação feita por Flávio Bolsonaro para suspender as investigações.

“Ainda não há uma explicação convincente. Enquanto isso não acontecer, o desgaste desse caso vai continuar. Já está demorando demais”, comentou ao blog um auxilia…

'Sofrerão consequências': navio chinês teria ameaçado destróier dos EUA (VÍDEO)

O incidente entre os dois navios ocorreu ainda no fim de setembro, mas os detalhes, em particular a transcrição do diálogo entre as tripulações, só agora vieram à tona.


Sputnik

Em 30 de setembro, o destróier USS Decatur e o navio de guerra chinês Luyang efetuaram uma aproximação perigosa no mar do Sul da China. O jornal South China Morning Post teve acesso a filmagens do incidente, na qual se pode ouvir um militar americano dizendo que o navio chinês "está tentando nos empurrar para fora do caminho".


The two warships narrowly avoided a collision. Photo: British Ministry of Defence
Reprodução

O jornal também acedeu à transcrição das comunicações via rádio entre as duas embarcações, concedida pelo Ministério da Defesa da Grã-Bretanha, mostrando que o navio chinês ameaçou o USS Decatur antes de se aproximar, avisando que este "sofreria consequências" se não mudasse o rumo.

"Estão seguindo um curso perigoso. Se não o mudarem, sofrerão consequências", comunicou o navio chinês, segundo a mídia.

"Estamos efetuando uma passagem inocente", teria respondido a tripulação americana.

A Marinha americana afirmou que a "manobra insegura e pouco profissional" do navio chinês fez com que o destróier americano, que estava realizando uma operação de liberdade de navegação perto das disputadas Ilhas Spratly, tivesse que manobrar para evitar a colisão.

Pequim, por sua parte, respondeu que USS Decatur entrou nas águas chinesas, demonstrando ações provocadoras.

Anteriormente, os navios chineses e estadunidenses já tinham estado envolvidos em incidentes semelhantes no mar do Sul da China, mas que o que ocorreu em 30 setembro foi o mais grave até agora, segundo fontes norte-americanas.



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