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Militares juntam-se à polícia em protesto dos "coletes amarelos". Há 31 detidos

Os militares da operação antiterrorista "Sentinela" foram mobilizados para proteger as principais instituições francesas. Ao final da manhã, os coletes amarelos eram ainda em pequeno número na capital e quase invisíveis entre a população.
Diário de Notícias

As forças armadas francesas juntaram-se à polícia, este sábado, em Paris, para enfrentar o 19º fim de semana consecutivo de protestos dos coletes amarelos contra o governo do presidente Emmanuel Macron. Ao final da manhã, com os locais habituais de manifestação interditos e o reforço militar junto às principais instituições francesas, os "coletes amarelos" passavam quase despercebidos entre turistas e parisienses.

Segundo a Reuters, o governo francês decidiu mobilizar os militares da operação antiterrorista "Sentinela", depois de ter proibido os manifestantes de se reunirem nos Campos Elísios, onde no último fim de semana dezenas de lojas foram destruídas e algumas completamente pilhadas.

Além da presença …

Teerã: 'são EUA, e não Irã, que estão isolados'

O ministro das Relações Exteriores iraniano, Mohamad Yavad Zarif, indicou, falando sobre as sanções norte-americanas que entraram em vigor hoje, qual dos dois países irá ficar isolado nesta situação.


Sputnik

Ao comentar a última rodada de sanções que os EUA restabeleceram após a retirada do acordo nuclear com o Irã, Zarif também escreveu na sua conta no Twitter que a comunidade internacional não permitirá que "Trump e companhia" destruam a ordem mundial.


Chanceler do Irã Mohammad Javad Zarif
Ministro das Relações Exteriores iraniano, Mohamad Yavad Zarif © AP Photo / Petr David Josek

"Hoje [5 de novembro] os EUA desafiaram a Corte Internacional de Justiça e o Conselho de Segurança da ONU ao reimpor as sanções contra o Irã que afetam as pessoas comuns. Mas o assédio dos EUA é contraproducente […] não porque o JCPOA [acordo nuclear] é importante, mas porque o mundo não pode permitir que Trump e companhia destruam a ordem mundial, são os Estados Unidos, e não o Irã, que estão isolados ", declarou.

Nesta segunda-feira (5), Washington reintroduziu as sanções contra o Irã que existiam antes da assinatura do Plano de Ação Conjunto Global.

Em maio, o presidente norte-americano Donald Trump anunciou que o país abandonaria o acordo nuclear iraniano e reintroduziria todas as sanções contra Teerã, bem como contra os países que têm negócios com Teerã. O primeiro pacote de restrições entrou em vigor em 7 de agosto.

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