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EUA criticam bombardeiros russos na Venezuela: "Nós mandamos navio-hospital"

O coronel Robert Manning, porta-voz do Departamento de Defesa dos Estados Unidos, criticou com veemência nesta segunda-feira o envio de bombardeiros russos à Venezuela e citou o envio de navio-hospital à região como exemplo do compromisso de Washington com a região.
EFE

Washington - "O enfoque dos EUA sobre a região difere do enfoque da Rússia. No meio da tragédia, a Rússia envia bombardeiros à Venezuela e nós mandamos um navio-hospital", declarou Manning durante uma entrevista coletiva realizada hoje no Pentágono.


O militar se referia com estas palavras ao USNS Comfort, que partiu em meados de outubro rumo à América Central e à América do Sul para oferecer ajuda sanitária aos milhares de refugiados venezuelanos amparados por diversos países da região.

"Enquanto nós oferecemos ajuda humanitária, a Rússia envia bombardeiros", lamentou Manning em referência ao envio uma esquadrilha de aviões russos, incluindo dois bombardeiros estratégicos T-160, capazes de carregar bomb…

'Temos armas hipersônicas': Rússia dará resposta à saída dos EUA do Tratado INF, diz Putin

A Rússia não deixará a decisão dos Estados Unidos de retirar-se unilateralmente do tratado de armas nucleares sem resposta, garantiu o presidente russo Vladimir Putin, acrescentando que o país não precisa se unir a outra corrida armamentista.


Sputnik

Moscou ainda está pronta para continuar dialogando com Washington sobre o tratado bilateral que proíbe os mísseis de médio alcance, que se tornou uma das pedras angulares do desarmamento nuclear, disse o líder russo em uma reunião do governo em Sochi. Ainda assim, os EUA devem "tratar esta questão com total responsabilidade", disse o presidente, acrescentando que a decisão de Washington de retirar-se do acordo "não pode e não ficará sem resposta".


Linha Direta com o presidente russo Vladimir Putin, 7 de junho de 2018
Vladimir Putin © Sputnik / Mikhail Klementiev

Estas não são ameaças vazias, advertiu Putin. Ele disse que a Rússia já havia advertido os EUA contra a saída do tratado ABM que regulamenta os sistemas de mísseis e avisou Washington sobre possíveis retaliações. "Agora, temos armas hipersônicas capazes de penetrar qualquer defesa antimísseis", comentou Putin, referindo-se às mais novas armas de última geração da Rússia.

O presidente também pediu ao governo e aos oficiais militares que desenvolvam "medidas concretas" que a Rússia pode tomar em resposta à retirada dos EUA do Tratado INF.

Moscou não permitirá que ninguém se arraste para outra corrida armada, disse o líder russo. Em vez disso, a Rússia planeja se concentrar no "desenvolvimento equilibrado" de seu Exército, Marinha e Força Aérea. Espera-se que as tropas adotem novas técnicas de treinamento militar, usando a experiência de combate que receberam na Síria. A Rússia também continuará a modernizar seu equipamento militar.

Putin disse que espera que o "senso comum" prevaleça e que os EUA continuem dialogando com a Rússia nos campos de estabilidade estratégica e segurança coletiva com base na "responsabilidade mútua".

O acordo de armas de 30 anos proibiu a posse e o desenvolvimento de mísseis de curto e médio alcance. Os EUA têm alegado que a Rússia tem violado o acordo INF ao construir mísseis que proíbe. Moscou refutou as acusações e também acusou os EUA de não-conformidade, argumentando que pode reutilizar os complexos de defesa antimíssil estacionados na Europa Oriental e usá-los como lançadores ofensivos de alcance intermediário.

Em outubro, o assessor de segurança nacional dos EUA, John Bolton, reafirmou a intenção do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de retirar-se do Tratado INF durante sua visita a Moscou. Além do suposto descumprimento do tratado pela Rússia, ele também nomeou a militarização chinesa em curso como um pretexto.

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