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EUA criticam bombardeiros russos na Venezuela: "Nós mandamos navio-hospital"

O coronel Robert Manning, porta-voz do Departamento de Defesa dos Estados Unidos, criticou com veemência nesta segunda-feira o envio de bombardeiros russos à Venezuela e citou o envio de navio-hospital à região como exemplo do compromisso de Washington com a região.
EFE

Washington - "O enfoque dos EUA sobre a região difere do enfoque da Rússia. No meio da tragédia, a Rússia envia bombardeiros à Venezuela e nós mandamos um navio-hospital", declarou Manning durante uma entrevista coletiva realizada hoje no Pentágono.


O militar se referia com estas palavras ao USNS Comfort, que partiu em meados de outubro rumo à América Central e à América do Sul para oferecer ajuda sanitária aos milhares de refugiados venezuelanos amparados por diversos países da região.

"Enquanto nós oferecemos ajuda humanitária, a Rússia envia bombardeiros", lamentou Manning em referência ao envio uma esquadrilha de aviões russos, incluindo dois bombardeiros estratégicos T-160, capazes de carregar bomb…

Terroristas usam gás de cloro e deixam 50 civis feridos na Síria, diz mídia local

Projéteis com gás de cloro utilizados por terroristas deixaram ao menos 41 feridos na Síria, segundo afirmou o governador de Aleppo. Logo depois, o chefe do Departamento de Saúde local afirmou que o número chegou a 50 feridos. O incidente foi registrado na vizinhança de al-Khalidiye.


Sputnik

De acordo com a agência de notícias SANA, os terroristas atiraram contra a vizinhança de al-Khalidiye. A pessoas levadas a hospitais após ao incidente sofreram sufocamento, supostamente causado pelo gás de cloro. 


Vista pela cidade de Aleppo (foto de arquivo)
Aleppo, Síria © Sputnik / Mikhail Voskresensky

A cidade de Aleppo foi liberada pelas tropas do governo da Síria ainda em 2016, após o combate contra grupos de militantes e terroristas. No entanto, a cidade continua sofrendo ataques vindos dos subúrbios.

O Centro Russo para a Conciliação Síria anteriormente afirmou que militantes estavam preparando novas provocações com o uso de armas químicas na Síria.

De acordo com o Ministério da Defesa da Rússia, terroristas do Partido Islâmico do Turquistão teriam levado à Síria ao menos 20 contêiners com 10 litros de cloro cada. A entrega teria sido motivada por uma tentativa de encenar novas provocações.

O Ministério da Defesa da Rússia também alertou que o grupo terrorista Tahrir al-Sham, afiliado à Frente al-Nusra, estava planejando um ataque com armas químicas contra civis na Síria para provocar o Ocidente e incitar uma retaliação contra Damasco.

Os Estados ocidentais têm acusado as forças do presidente da Síria, Bashar Assad, de ter realizado um ataque com armas químicas na cidade de Duma no dia 7 de abril. Segundo o Ministério das Relações Exteriores da Rússia, rumores de que um envenamento com gás teria ocorrido em Duma foram espalhados para justificar a interferência estrangeira. O Estado Maior das Forças Armadas da Rússia também emitiu um alerta em 13 de março apontando que havia planos de provocações na Síria.

Em resposta aos supostos ataques com armas químicas em Duma, os Estados Unidos, o Reino Unido e França lançaram um ataque contra a Síria atingindo diversos alvos, incluindo supostas fábricas de armas químicas.

A comunidade internacional têm demonstrado preocupação sobre o uso de armas químicas na Síria desde o suposto uso de gás sarin em Damasco, ainda em 2013. Após o incidente, a Síria se junto à Organização para a Proibição de Armas Químicas (OPAQ) e concordou em destruir seu arsenal de armas químicas.

Em 4 de janeiro de 2016, a OPAQ lançou um relatório confirmando a destruição do arsenal sírio de armas químicas.

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