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Empresa chinesa faz peças para F-35? Revelação surge em meio a polêmicas envolvendo Huawei

Em meio à briga contínua entre os EUA e a gigante tecnológica chinesa Huawei, classificada como ameaça à segurança por Washington, verificou-se que uma subsidiária com sede no Reino Unido de uma companhia chinesa fabrica peças para os jatos americanos F-35.
Sputnik

Trata-se da companhia chinesa Exception PCB, com sede no condado britânico de Gloucestershire, que fabrica placas de circuitos que controlam os motores, iluminação, combustível e sistemas de navegação dos caças F-35 – o sistema de armas mais caro já feito.

De acordo com a emissora britânica Sky, citando materiais divulgados pelo Ministério da Defesa do Reino Unido, a empresa que fabrica componentes para os caças da Lockheed Martin foi comprada em 2013 pela companhia chinesa Shenzhen Fastprint, que inclusive já participou da fabricação de caças Eurofighter Typhoon e de helicópteros de ataque Apache.

"A Exception PCB, com sede em Gloucestershire, fabrica placas de circuito impresso que controlam muitas das principais capacid…

Terroristas usam gás de cloro e deixam 50 civis feridos na Síria, diz mídia local

Projéteis com gás de cloro utilizados por terroristas deixaram ao menos 41 feridos na Síria, segundo afirmou o governador de Aleppo. Logo depois, o chefe do Departamento de Saúde local afirmou que o número chegou a 50 feridos. O incidente foi registrado na vizinhança de al-Khalidiye.


Sputnik

De acordo com a agência de notícias SANA, os terroristas atiraram contra a vizinhança de al-Khalidiye. A pessoas levadas a hospitais após ao incidente sofreram sufocamento, supostamente causado pelo gás de cloro. 


Vista pela cidade de Aleppo (foto de arquivo)
Aleppo, Síria © Sputnik / Mikhail Voskresensky

A cidade de Aleppo foi liberada pelas tropas do governo da Síria ainda em 2016, após o combate contra grupos de militantes e terroristas. No entanto, a cidade continua sofrendo ataques vindos dos subúrbios.

O Centro Russo para a Conciliação Síria anteriormente afirmou que militantes estavam preparando novas provocações com o uso de armas químicas na Síria.

De acordo com o Ministério da Defesa da Rússia, terroristas do Partido Islâmico do Turquistão teriam levado à Síria ao menos 20 contêiners com 10 litros de cloro cada. A entrega teria sido motivada por uma tentativa de encenar novas provocações.

O Ministério da Defesa da Rússia também alertou que o grupo terrorista Tahrir al-Sham, afiliado à Frente al-Nusra, estava planejando um ataque com armas químicas contra civis na Síria para provocar o Ocidente e incitar uma retaliação contra Damasco.

Os Estados ocidentais têm acusado as forças do presidente da Síria, Bashar Assad, de ter realizado um ataque com armas químicas na cidade de Duma no dia 7 de abril. Segundo o Ministério das Relações Exteriores da Rússia, rumores de que um envenamento com gás teria ocorrido em Duma foram espalhados para justificar a interferência estrangeira. O Estado Maior das Forças Armadas da Rússia também emitiu um alerta em 13 de março apontando que havia planos de provocações na Síria.

Em resposta aos supostos ataques com armas químicas em Duma, os Estados Unidos, o Reino Unido e França lançaram um ataque contra a Síria atingindo diversos alvos, incluindo supostas fábricas de armas químicas.

A comunidade internacional têm demonstrado preocupação sobre o uso de armas químicas na Síria desde o suposto uso de gás sarin em Damasco, ainda em 2013. Após o incidente, a Síria se junto à Organização para a Proibição de Armas Químicas (OPAQ) e concordou em destruir seu arsenal de armas químicas.

Em 4 de janeiro de 2016, a OPAQ lançou um relatório confirmando a destruição do arsenal sírio de armas químicas.

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