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'Temos armas hipersônicas': Rússia dará resposta à saída dos EUA do Tratado INF, diz Putin

A Rússia não deixará a decisão dos Estados Unidos de retirar-se unilateralmente do tratado de armas nucleares sem resposta, garantiu o presidente russo Vladimir Putin, acrescentando que o país não precisa se unir a outra corrida armamentista.
Sputnik

Moscou ainda está pronta para continuar dialogando com Washington sobre o tratado bilateral que proíbe os mísseis de médio alcance, que se tornou uma das pedras angulares do desarmamento nuclear, disse o líder russo em uma reunião do governo em Sochi. Ainda assim, os EUA devem "tratar esta questão com total responsabilidade", disse o presidente, acrescentando que a decisão de Washington de retirar-se do acordo "não pode e não ficará sem resposta".


Estas não são ameaças vazias, advertiu Putin. Ele disse que a Rússia já havia advertido os EUA contra a saída do tratado ABM que regulamenta os sistemas de mísseis e avisou Washington sobre possíveis retaliações. "Agora, temos armas hipersônicas capazes de penetrar qualquer…

Trudeau pede perdão por Canadá ter se recusado a acolher judeus

Primeiro-ministro se desculpa por país não ter permitido desembarque de mais de 900 judeus alemães que fugiam do nazismo em 1939, pouco antes da Segunda Guerra. Deles, mais de 250 morreram durante o Holocausto.


Deutsch Welle

O primeiro-ministro canadense, Justin Trudeau, se desculpou formalmente, em nome de seu país, pela recusa do Canadá em aceitar centenas de refugiados judeus que fugiam da Alemanha nazista pouco antes do início da Segunda Guerra Mundial.


Premiê canadense Justin Trudeau durante discurso no Parlamento
"Lamentamos por não nos termos pedido desculpas antes", disse Trudeau

"Lamentamos a insensibilidade da resposta do Canadá", disse ele. "Nós nos recusamos a ajudá-los quando podíamos tê-lo feito. Contribuímos para selar os destinos cruéis de muitos deles em lugares como Auschwitz, Treblinka e Belzec", disse ele nesta quarta-feira (08/11), em discurso na Câmara dos Comuns, em Ottawa.

Cuba e os Estados Unidos rejeitaram os 907 judeus alemães que estavam a bordo do navio alemão MS St. Louis, antes de eles tentarem desembarcar no Canadá em 1939. O navio foi obrigado a retornar à Europa, e 254 passageiros da embarcação foram mortos pelos nazistas durante o Holocausto.

"Lamentamos por não nos termos pedido desculpas antes", afirmou o premiê, acrescentando que os políticos canadenses da época recusaram o desembarque porque eram antissemitas.

Pouco antes de fazer o pedido de desculpas, Trudeau havia se encontrado com Ana Maria Gordon, uma das sobreviventes daquela trágica viagem do MS St. Louis e que hoje vive no Canadá.

Falando para jornalistas, Trudeau citou o massacre de 27 de outubro numa sinagoga em Pittsburgh, nos EUA – quando 11 judeus foram mortos por um atirador durante uma cerimônia religiosa –, classificando o incidente de uma "trágica lembrança" da existência do antissemitismo.

"Negadores do Holocausto ainda existem. O antissemitismo ainda é presente demais", frisou o premiê. "Discriminação e violência contra judeus no Canadá e ao redor do mundo continuam em ritmo alarmante."

De acordo com a organização judaica B'nai B'rith, incidentes com motivação antissemita atingiram no Canadá um número recorde de 1.752 em 2017, o dobro do registrado no ano anterior.

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