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Marinha do Brasil abre processo administrativo para apurar vídeo de militares dançando 'Jenifer' em navio

Em nota, a Marinha informou que e 'foi constatado comportamento completamente incompatível com as tradições' e que irá apurar o ocorrido.
Por G1 Rio

A Marinha do Brasil instaurou um processo administrativo para apurar um vídeo em que um grupo de militares aparece dançando a música "Jenifer" em um navio oficial.


A embarcação, segundo a Marinha, é o Aviso de Instrução Guarda-Marinha Brito, que fica sediado no Rio de Janeiro. A gravação foi feita durante o estágio de mar de militares.

Em nota, a Marinha informou que "foi constatado comportamento completamente incompatível com as tradições da Marinha" e que, para ampliar a apuração do ocorrido, foi instaurado um procedimento administrativo "cuja conclusão, certamente, conterá as propostas pertinentes às necessárias correções no inaceitável comportamento".

Assista o vídeo

Trump acusa Arábia Saudita de não saber usar armas americanas no Iêmen

Em entrevista concedida à edição Axios, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que a Arábia Saudita não sabe como usar o armamento norte-americano no Iêmen.


Sputnik

Em 9 de agosto, as forças da coalizão liderada pela Arábia Saudita usaram uma bomba americana para explodir um ônibus escolar no norte do Iêmen, supostamente matando pelo menos 51 pessoas, incluindo 40 crianças. O líder americano chamou o ocorrido de "situação terrível".


Presidente dos EUA, Donald Trump, reúne-se com presidente russo, Vladimir Putin, no palácio presidencial em Helsinque, 16 de julho de 2018
Donald Trump © Sputnik / Sergey Guneev

"Eu acho que é uma situação terrível. Eu odiei ver o que aconteceu com o ônibus e as crianças […] é um show de horror, quando você vê uma coisa dessas", disse o presidente estadunidense à edição.

Quando questionado se as bombas dos EUA usadas pela coalizão para matar civis o incomodavam, Trump respondeu que, basicamente, "eram pessoas que não sabiam usar a arma, o que é horrível".

"Estamos acompanhando de perto a situação no Iêmen […] mas certamente eu não teria pessoas que não sabem usar as armas, atirando em ônibus com crianças", respondeu quando perguntado sobre se seria possível haver uma interrupção de vendas de armas americanas à Arábia Saudita.

A Arábia Saudita e seus aliados sunitas combatem no Iêmen há mais de três anos contra os rebeldes xiitas. Os rebeldes controlam uma região significativa do norte do Iêmen, incluindo a capital do país, Sanaa.

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