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Os mísseis russos que se tornaram alvo de disputa entre EUA e Turquia

A Turquia, dona do segundo maior Exército entre os 29 países que compõem a Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte), está prestes a adquirir mísseis antiaéreos S-400.
BBC News Brasil

Os S-400 são os mísseis "terra-ar" mais avançados do mundo e se tornaram motivo de uma disputa entre Turquia e Estados Unidos que pode ameaçar a aliança militar das potências ocidentais.

Isso porque os S-400 são fabricados na Rússia, o principal rival da organização fundada em 1949 justamente para se opor à então União Soviética.

A insistência da Turquia em adquirir os mísseis russos irritou os Estados Unidos, que encaram a decisão como uma potencial ameaça para seus aviões de combate F-35, também em vias de serem comprados pelos turcos.
Troca de farpas

"Não ficaremos de braços cruzados enquanto os aliados da Otan compram armas dos nossos adversários", advertiu o vice-presidente dos EUA, Mike Pence, durante um encontro organizado há poucos dias em Washington para celebrar o aniversár…

Ucrânia aprova lei marcial após impasse com a Rússia

Decisão acontece um dia depois que a Rússia alvejou e capturou três embarcações ucranianas.


Reuters

O Parlamento da Ucrânia aprovou, na tarde desta segunda-feira (26), a proposta do presidente Petro Poroshenko para introduzir a lei marcial nas partes mais vulneráveis do país a um possível ataque da Rússia. A medida terá validade por 30 dias.

Russia bloqueia passagem sob a ponte de Kerch.  — Foto: ASSOCIATED PRESS
Russia bloqueia passagem sob a ponte de Kerch. — Foto: ASSOCIATED PRESS

No país, essa lei permite uma série de restrições, incluindo limitações de movimentação e assembleia pacífica, toques de recolher e restrições à mídia, embora o decreto de Poroshenko não faça referência específica a tais medidas.

A decisão acontece um dia depois que a Rússia alvejou e capturou três embarcações ucranianas, aumentando acentuadamente as tensões entre os dois países.

Poroshenko afirmou que a captura dos navios foram uma “nova etapa da agressão russa”.

Na mesma sessão, o Parlamento da Ucrânia confirmou as eleições presidenciais para 31 de março.

Decreto

Onze medidas listadas no decreto prevêem a mobilização de forças da reserva, a organização da defesa aérea de importantes instalações estatais e a adoção de passos urgentes para aplicar medidas de cibersegurança e garantir a ordem pública.

O decreto não menciona a eleição presidencial marcada para março. A decisão do presidente tem levantado especulação de críticos e opositores de que ele pode usar a lei marcial para adiar a votação.

A décima segunda medida do decreto não foi publicada.

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