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EUA podem dobrar contingente militar na América do Sul, diz chefe da inteligência russa

Os EUA podem aumentar seu contingente militar na América Central e do Sul de 20 mil para 40 mil homens, disse o vice-almirante Igor Kostyukov, chefe do Departamento Central de Inteligência (GRU, sigla em russo), do Estado-Maior das Forças Armadas da Rússia.
Sputnik

"Embora na América Latina não haja ameaça militar direta para a segurança dos EUA, Washington tem uma presença militar significativa [na região]. O Comando Conjunto das Forças Armadas dos EUA implantou na América Central e do Sul um contingente de 20 mil militares. No período de ameaças este pode aumentar para 40 mil militares", explicou Kostyukov.


De acordo com ele, os EUA podem provocar uma "revolução colorida" na Nicarágua e Cuba.

"As tecnologias de 'revolução colorida' testadas na Venezuela podem vir a ser usadas em breve na Nicarágua e em Cuba", disse ele.

Segundo Kostyukov, os EUA estão tentando estabelecer o controle total sobre a América Latina.

"A Administração dos EUA considera…

Vice-presidente estadunidense ameaça China com possível guerra fria

Uma guerra fria total com os EUA e os seus aliados é algo que espera a China se esta não mudar seu comportamento, assegurou o vice-presidente dos EUA, Mike Pence.


Sputnik

Em uma entrevista ao jornal Washington Post, o alto responsável sugeriu a Pequim "realizar mudanças de grande envergadura" na área política, económica e militar, sendo esta "a melhor, senão a última, chance" de a China evitar um cenário de guerra fria com os EUA.


Mike Pence, candidato para vice-presidência pelo Partido Republicano, no congresso republicano em Cleveland, 20 de julho,2016
Vice-presidente dos EUA Mike Pence © REUTERS / Jonathan Ernst

"Acho que isso vai depender da Argentina em grande parte", disse o vice-presidente, se referindo ao encontro planejado entre os líderes norte-americano, Donald Trump, e chinês, Xi Jinping, em Buenos Aires.

Ao responder à pergunta o que acontecerá se Pequim se recusar a agir da maneira proposta, Pence respondeu: "Então que seja assim". Caso Pequim não faça concessões concretas, os EUA estão dispostos a aumentar a pressão econômica, diplomática e política sobre o país, observou. Em sua opinião, a economia estadunidense é bastante forte para suportar tal escalada, enquanto a chinesa "é menos estável".

"Realmente acreditamos que, de qualquer modo, estamos em uma posição forte", disse Pence, acrescentando que os EUA podem "dobrar" as tarifas.

Ao mesmo tempo, na última semana o secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, afirmou que os EUA não querem uma guerra fria com a China e tudo o que querem do país é uma atitude responsável nas suas ações.

A guerra comercial sino-americana começou após, em julho passado, ambos os países terem aumentado as tarifas alfandegárias. Primeiro, os EUA introduziram uma taxa de 25% sobre as importações de 818 produtos chineses. Em contramedida, a China introduziu tarifas idênticas contra os EUA.

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