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Capacetes brancos preparam novas provocações na Síria, diz enviado russo na ONU

Membros dos Capacetes Brancos estão preparando novas provocações com substâncias tóxicas na Síria, disse o vice-embaixador russo na ONU, Vladimir Safronkov, nesta quarta-feira (24) na reunião do Conselho de Segurança da ONU.
Sputnik

Safronkov observou que os Capacetes Brancos acusariam o governo sírio pelo uso de tais substâncias.

Mais cedo nesta quarta-feira (24), o Major General Viktor Kupchishin, chefe do Centro Russo para a Reconciliação Síria, argumentou que funcionários da mídia estrangeira na província síria de Hama conduziram uma filmagem falsa da "morte" de uma família supostamente devido ao uso de armas químicas pelas tropas sírias.

Em diversas ocasiões, Moscou e Damasco apontaram que os Capacetes Brancos estavam produzindo provocações envolvendo o uso de armas químicas com o objetivo de culpar o governo da Síria e dar aos países ocidentais justificativas para a intervenção no país.
A estratégia de encenar ataques para usá-los como falsa bandeira tem sido usada repetida…

Vídeo mostra momento do encontro do submarino argentino Ara San Juan

Profissionais que operavam um dos veículos submarinos foram os primeiros a ver em tela as imagens da embarcação, que estava desaparecida desde 15 de novembro do ano passado. Submarino foi localizado a 907 metros de profundidade.


Por G1

Um vídeo divulgado neste domingo (18) mostra as primeiras imagens do submarino Ara San Juan, no momento em que profissionais da empresa Ocean Infinity o localizaram. O encontro foi anunciado pela Marinha da Argentina na madrugada de sábado.

Fotografia divulgada pela Marinha da Argentina, em coletiva de imprensa em 17 de novembro de 2018, mostra destroços do submarino ARA San Juan
Segundo a Marinha da Argentina, essa imagem mostra a vela do submarino | AFP PHOTO / ARGENTINA'S NAVY PRESS OFFICE


No vídeo é possível ver quando a equipe que opera um dos veículos que fazia as buscas vê a embarcação pela primeira vez em uma região de cânions (espécie de rios submarinos), a 907 metros de profundidade, e a 600 km da cidade de Comodoro Rivadavia.

O Ara San Juan desapareceu em 15 de novembro de 2017, com 44 pessoas a bordo, e sofreu uma "implosão" no fundo das águas do Oceano Atlântico.

Segundo Enrique Balbi, porta-voz da Marinha, a proa, a popa e a vela se desprenderam do submarino e estão localizadas em uma área de 80 a 100 metros. “Isso sugere que a implosão tenha ocorrido muito perto do fundo”, disse.

O local é o mesmo onde há um ano foi identificada uma "anomalia hidroacústica" semelhante a uma explosão.

Ainda de acordo com a Marinha, as imagens mostram que o casco do submarino permaneceu bastante intacto, apenas com algumas deformações, e que todas as outras partes se desprenderam. A implosão teria ocorrido em razão da pressão externa do mar ter superado a de dentro do submarino.

A Marinha explicou que o último contato com o submarino foi registrado 8h30 de 15 de novembro do ano passado, e que a explosão foi registrada às 10h51 do mesmo dia.

Descoberta

Após dois meses de buscas, a Ocean Infinity havia anunciado que abandonaria a expedição nesta semana - ao menos, temporariamente.

Porém, na noite de quinta-feira, segundo a BBC, no mesmo dia em que se completava um ano desde as últimas comunicações com o ARA San Juan, a Ocean Infinity comunicou sobre a descoberta de um novo ponto de interesse - o 24ª desde que a empresa começou a rastrear o fundo o mar em busca do submarino.

Ante este sinal, o navio Seabed Constructor se dirigiu à área onde estava o drone que fez a descoberta. O robô, então, forneceu a "identificação positiva" do submarino.

Resgate

Ainda não há previsão de início dos trabalhos de resgate. Segundo o Ministro da Defesa, Oscar Aguad, a Marinha argentina não tem equipamentos nem tecnologia para resgatar o submarino nesta profundidade.

No sábado, o presidente argentino Mauricio Macri prometeu investigação para descobrir "a verdade" sobre a tragédia com a embarcação, e decretou 3 dias de luto oficial.

Antes de anunciar publicamente a descoberta do submarino, as autoridades da Argentina alertaram aos parentes da tripulação que todos a bordo morreram.




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