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EUA criticam bombardeiros russos na Venezuela: "Nós mandamos navio-hospital"

O coronel Robert Manning, porta-voz do Departamento de Defesa dos Estados Unidos, criticou com veemência nesta segunda-feira o envio de bombardeiros russos à Venezuela e citou o envio de navio-hospital à região como exemplo do compromisso de Washington com a região.
EFE

Washington - "O enfoque dos EUA sobre a região difere do enfoque da Rússia. No meio da tragédia, a Rússia envia bombardeiros à Venezuela e nós mandamos um navio-hospital", declarou Manning durante uma entrevista coletiva realizada hoje no Pentágono.


O militar se referia com estas palavras ao USNS Comfort, que partiu em meados de outubro rumo à América Central e à América do Sul para oferecer ajuda sanitária aos milhares de refugiados venezuelanos amparados por diversos países da região.

"Enquanto nós oferecemos ajuda humanitária, a Rússia envia bombardeiros", lamentou Manning em referência ao envio uma esquadrilha de aviões russos, incluindo dois bombardeiros estratégicos T-160, capazes de carregar bomb…

Analista avalia importância da ofensiva do exército sírio no sul do país

O exército da Síria eliminou mais de 270 combatentes do grupo terrorista Daesh no sul do país. O especialista militar Viktor Murakhovsky explicou ao serviço russo da Rádio Sputnik a importância dessa vitória.


Sputnik

O exército sírio eliminou mais de 270 combatentes do grupo terrorista Daesh (proibido na Rússia e em vários outros países) na província de As-Suwayda, no sul do país, informou o representante do comando das tropas russas deslocadas na Síria, Oleg Makarevich, acrescentando que a ofensiva decorreu em condições climáticas difíceis e em terreno muito acidentado.


Soldados sírios na área libertada dos terroristas no deserto de As-Suwayda
Militares sírios © Sputnik / Basem Haddad

Segundo ele, a operação foi dificultada pelo fato de a deslocação de tanques e equipamento pesado ser limitada na área, enquanto os terroristas possuíam muitos lança-granadas, mísseis antitanque e lança-morteiros de 82 milímetros. Os militares sírios conseguiram capturar muitos armamentos, incluindo 12 mísseis antitanque TOW, de produção americana.

O especialista militar Viktor Murakhovsky falou em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik sobre o significado dos combates em As-Suwayda e a importância dessa vitória.

"Os combatentes chegaram ao platô de As-Suwayda vindos não apenas da região de Al-Tanf, controlada pelos EUA, mas também da margem oriental do rio Eufrates, bem como das regiões próximas à fronteira com o Irã. Mas as tentativas dos extremistas de criarem um grande centro do Daesh em As-Suwayda fracassaram graças aos esforços da Força Aeroespacial russa e das tropas governamentais sírias", comentou.

Segundo ele, o fato de que os EUA patrocinam os terroristas na Síria já não é segredo há muito tempo. Em As-Suwayda foi obtida mais uma prova desse patrocínio: junto dos combatentes foram encontrados mísseis antitanque TOW de produção estadunidense.

Os norte-americanos teriam alegadamente fornecido esses mísseis à oposição moderada síria, mas vemos mais uma vez que esta "oposição moderada" afinal eram islamistas radicais, disse o analista.

Em 17 de novembro, as tropas governamentais sírias libertaram as colinas de al-Safa na província de As-Suwayda, a 92 quilômetros de Damasco, assumindo o controle do último bastião do grupo terrorista Daesh no sul do país.

Segundo a agência síria SANA, durante a ofensiva do mês passado foi eliminado o líder do grupo terrorista Daesh no sul da Síria, Hadir al-Shishani.

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