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Análise: Brasil poderia se tornar 'vigilante' dos EUA na América Latina

O presidente norte-americano, Donald Trump, referiu a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN. O analista russo Pavel Feldman avaliou a possibilidade de entrada do Brasil na aliança, bem como que papel poderia desempenhar o Brasil no conflito na Venezuela.
Sputnik

Durante a visita oficial do presidente do Brasil Jair Bolsonaro aos EUA, foram discutidos os assuntos internacionais mais importantes, entre eles a cooperação bilateral entre os EUA e o Brasil e a situação na Venezuela.


Uma das declarações mais sensacionais foi a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN, referida pelo presidente dos EUA Donald Trump.

O vice-diretor do Instituto de Estudos Estratégicos e Prognósticos da Universidade Russa da Amizade dos Povos, Pavel Feldman, revelou em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik que os EUA são apenas um dos países da OTAN, há outros países cuja opinião deveria ser levada em conta nesse assunto.

Segundo ele, se o Brasil aderir à OTAN ele vai desempenhar o papel de vigilante d…

Analista: EUA reposicionarão suas tropas no Iraque

Ahmed al Sharifi, especialista iraquiano na área de defesa, afirmou que a retirada das tropas norte-americanas da Síria seria uma manobra para transferi-las para bases no país vizinho, no Iraque.


Sputnik

"De acordo com os dados existentes, os norte-americanos já estão expandindo a sua base em Arbil [a quarta maior cidade iraquiana]. Parte das tropas será enviada para a base de Al Asad, entre Bagdá e a fronteira entre o Iraque e a Síria", comentou o especialista à Sputnik Árabe.


Militares americanos no Iraque, foto de arquivo
Militares dos EUA no Iraque © AP Photo / Jim MacMillan

Segundo ele, desse modo os EUA poderão controlar a situação na Síria.

"A justificativa legal para essa operação é o acordo de cooperação entre Bagdá e Washington. Além disso, Washington tem um mandato da ONU emitido no início da operação contra o Daesh [grupo terrorista proibido na Rússia e em vários outros países]", ressaltou al Sharifi.

Por sua vez, o major-general iraquiano Abdul Karim Khalaf disse à Sputnik Árabe que ainda não há nenhuma confirmação oficial sobre a transferência das tropas dos EUA para o Iraque.

Em 19 de dezembro, Donald Trump anunciou a vitória dos EUA contra o Daesh na Síria, destacando que o grupo terrorista era o único motivo pelo qual as tropas norte-americanas se encontravam no país árabe. Posteriormente, a porta-voz da Casa Branca, Sarah Sanders, afirmou que os EUA iniciaram a retirada das forças da Síria, observando que isso não significaria "o fim da luta da coalizão internacional liderada pelos EUA contra o Daesh".

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