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Empresa chinesa faz peças para F-35? Revelação surge em meio a polêmicas envolvendo Huawei

Em meio à briga contínua entre os EUA e a gigante tecnológica chinesa Huawei, classificada como ameaça à segurança por Washington, verificou-se que uma subsidiária com sede no Reino Unido de uma companhia chinesa fabrica peças para os jatos americanos F-35.
Sputnik

Trata-se da companhia chinesa Exception PCB, com sede no condado britânico de Gloucestershire, que fabrica placas de circuitos que controlam os motores, iluminação, combustível e sistemas de navegação dos caças F-35 – o sistema de armas mais caro já feito.

De acordo com a emissora britânica Sky, citando materiais divulgados pelo Ministério da Defesa do Reino Unido, a empresa que fabrica componentes para os caças da Lockheed Martin foi comprada em 2013 pela companhia chinesa Shenzhen Fastprint, que inclusive já participou da fabricação de caças Eurofighter Typhoon e de helicópteros de ataque Apache.

"A Exception PCB, com sede em Gloucestershire, fabrica placas de circuito impresso que controlam muitas das principais capacid…

Analista político avalia previsões de almirante britânico sobre nova guerra mundial

A exacerbação das tensões com a Rússia é semelhante à situação que precedeu a eclosão da Primeira Guerra Mundial, afirmou recentemente o almirante Alan West, ex-comandante da Marinha britânica. O cientista político russo Anton Bredikhin comentou as declarações do militar.


Sputnik

Em uma entrevista ao Daily Star, o almirante destacou o perigo da situação criada entre Moscou e Kiev, em que o presidente ucraniano pede ajuda a membros da OTAN, alertando que navios da aliança poderiam ser posicionados no mar Negro.


Militares ucranianos durante manobras no polígono de Yavorov, região de Lvov, Ucrânia
Militares ucranianos © Sputnik / Stringer

West adicionou que a OTAN não se arriscaria a interferir em uma possível guerra em larga escala na Ucrânia, caso a Rússia começasse a usar "suas tropas" em Donbass, adicionando que, para evitar um conflito, os países ocidentais precisam exercer mais pressão sobre a Rússia.

Em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik, o cientista político Anton Bredikhin, diretor científico do Centro de Estudos Étnicos e Internacionais, comentou esta declaração.

"O próprio Reino Unido fez tudo para causar a 1ª e a 2ª Guerras Mundiais. Ao mesmo tempo, é difícil dizer que a situação atual é semelhante àquele período, é uma opinião pessoal […] o ex-comandante da Marinha Real da Grã-Bretanha não declarou guerra à Rússia. O formato de confronto híbrido continuará, as relações serão muito tensas, os escândalos continuarão, como no 'caso Skripal'", disse Bredikhin.

Na opinião do analista, "a Grã-Bretanha pode se tornar cúmplice de outras provocações da Ucrânia no mar de Azov e mar Negro", mas ao mesmo tempo, não se espera um conflito direto entre Rússia e Ocidente.

"O Reino Unido buscará novas alavancas de pressão sobre a Rússia, mas em muitos aspectos estas acabarão prejudicando a própria Europa. Pressionando a Rússia, a Europa só perderá […] e terá que executar essa política sob pressão dos EUA, prejudicando sua própria economia", concluiu o analista.

Em 25 de novembro, três navios da Marinha ucraniana foram detidos junto com 24 tripulantes por violarem a fronteira da Rússia. Após o ocorrido, o parlamento ucraniano aprovou a introdução da lei marcial em algumas regiões do país por 30 dias. O presidente russo, Vladimir Putin, classificou o incidente no estreito de Kerch de provocação, usada como pretexto para aplicar a lei e, dessa forma, adiar as eleições presidenciais ucranianas.

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