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Análise: Brasil poderia se tornar 'vigilante' dos EUA na América Latina

O presidente norte-americano, Donald Trump, referiu a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN. O analista russo Pavel Feldman avaliou a possibilidade de entrada do Brasil na aliança, bem como que papel poderia desempenhar o Brasil no conflito na Venezuela.
Sputnik

Durante a visita oficial do presidente do Brasil Jair Bolsonaro aos EUA, foram discutidos os assuntos internacionais mais importantes, entre eles a cooperação bilateral entre os EUA e o Brasil e a situação na Venezuela.


Uma das declarações mais sensacionais foi a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN, referida pelo presidente dos EUA Donald Trump.

O vice-diretor do Instituto de Estudos Estratégicos e Prognósticos da Universidade Russa da Amizade dos Povos, Pavel Feldman, revelou em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik que os EUA são apenas um dos países da OTAN, há outros países cuja opinião deveria ser levada em conta nesse assunto.

Segundo ele, se o Brasil aderir à OTAN ele vai desempenhar o papel de vigilante d…

Após anúncio dos EUA sobre tropas na Síria, Otan reafirma luta contra EI

A Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) disse nesta quinta-feira que "tomou nota" da decisão dos Estados Unidos de retirar suas tropas da Síria, mas também do anúncio de que seguirá trabalhando com os aliados para que os terroristas do Estado Islâmico (EI) não ganhem terreno e não obtenham financiamento e respaldo.


EFE

Bruxelas - "Tomamos nota da decisão dos Estados Unidos, incluindo a declaração da Casa Branca de que os EUA continuarão trabalhando com os aliados para negar ao EI território, financiamento e apoio", indicaram à Agência Efe fontes aliadas.


EFE/ Youssef Rabie Youssef
Tropas dos EUA na Síria | EFE/ Youssef Rabie Youssef

Ao mesmo tempo, a Otan celebrou o "contínuo compromisso dos EUA com a coalizão global contra o EI".

As fontes lembraram que, "embora a Otan não esteja presente na Síria, seguimos fazendo grandes contribuições à luta contra o EI", e se referiu concretamente à nova missão de formação de soldados no Iraque e aos voos de vigilância desde aviões AWACS em apoio à coalizão.

"Devemos assegurar que o EI não volta. Por isso nossa atividade de capacitação das forças locais no Iraque é importante", assinalaram.

Além disso, as fontes enfatizaram que a Aliança e seus países-membros realizam "consultas regulares" sobre a luta contra o EI, tanto em nível da Otan como dentro da coalizão global.

Dentro das consultas regulares entre a Otan e os EUA, o secretário-geral aliado, Jens Stoltenberg, abordou nesta quarta-feira com o secretário de Estado americano, Mike Pompeo, "a postura de seu país na Síria", apontaram as fontes.

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