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EUA entregam armas modernas a forças curdas da Síria, escreve mídia

Os opositores americanos da retirada das tropas dos EUA da Síria entregaram armas modernas às Unidades de Proteção Popular (YPG), escreveu o jornal turco Yeni Akit, citando fontes locais.
Sputnik

A edição destaca que o fornecimento é referente a um grande número de modernos sistemas de mísseis antitanque Javelin e Tow. Supõe-se que os curdos usem essas armas contra tanques turcos, que logo entrarão em Manbij, no norte da Síria.


Segundo a publicação, as forças especiais turcas estão no momento realizando buscas por esses complexos nesta cidade e, devido a isso, a Turquia está atrasando sua operação militar na referida cidade.

Anteriormente, o presidente turco Recep Tayyip Erdogan havia anunciado que, se os EUA não se retirarem da Síria, Ancara estaria pronta para lançar uma operação no leste do Eufrates, assim como em Manbij, contra as forças de autodefesa dos curdos sírios.

Em meados de dezembro de 2018, o líder americano, Donald Trump, declarou a vitória sobre o grupo de militantes Daesh …

Atentados deixam mortos perto do palácio presidencial da Somália

Ao menos 7 pessoas morreram após a explosão de 2 carros bombas. Ataques foram reivindicados por islamistas do grupo Al Shabab.


France Presse

Ao menos sete pessoas morreram neste sábado na capital da Somália, Mogadíscio, em dois atentados com carros-bomba perto do palácio presidencial, reivindicados pelos islamitas do grupo Al Shabab.

Civis ajudam homem ferido após explosão perto do palácio presidencial na Somália — Foto: Feisal Omar/Reuters
Civis ajudam homem ferido após explosão perto do palácio presidencial na Somália — Foto: Feisal Omar/Reuters

"Confirmamos as mortes de sete pessoas em duas explosões. Outras 10 ficaram feridas", afirmou à AFP Ibrahim Mohamed, chefe de polícia local.

A primeira explosão aconteceu em uma barreira de controle ao lado do Teatro Nacional, a 500 metros do palácio presidencial. A segunda, mais potente, aconteceu em um cruzamento próximo, poucos minutos depois.

As explosões foram reivindicadas pelos islamitas Al Shabab, vinculados à Al-Qaeda, que foram expulsos da capital em 2011 mas ainda controlam amplas zonas rurais, de onde organizam operações de guerrilha e atentados suicida.

O objetivo do grupo é provocar a queda do governo federal somali, apoiado pela comunidade internacional e os 20.000 militares da missão da União Africana na Somália (Amisom).

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