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Trump diz que 'certamente' entraria em guerra com o Irã, mas 'não agora'

O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que consideraria uma ação militar contra o Irã para impedir que a República Islâmica consiga armas nucleares. A briga entre Teerã e Washington aumentou depois que os EUA acusaram o Irã de atacar dois petroleiros.
Sputnik

"Eu certamente vou considerar as armas nucleares", disse Trump à revista Time na terça-feira, quando perguntado sobre o que poderia levá-lo a declarar guerra ao Irã. "E eu manteria o outro um ponto de interrogação".

A reportagem não especificou se o presidente elaborou o cenário de lançar um conflito armado de pleno direito com a República Islâmica sobre seu programa nuclear. Quando um repórter perguntou a Trump se ele estava considerando uma ação militar contra o Irã agora, ele respondeu: "Eu não diria isso. Eu não posso dizer isso".

Seus comentários foram feitos um dia depois de o Pentágono ter enviado 1.000 soldados extras para o Oriente Médio "para fins defensivos".

Os Estados Unidos cu…

Aviões militares americanos colidem sobre a costa do Japão

Dois militares americanos foram resgatados após o acidente. Cinco seguem desaparecidos.


France Presse

Dois aviões militares americanos colidiram nesta quinta-feira (6) durante uma operação de reabastecimento em voo sobre a costa do Japão. O governo local anunciou que as Forças Armadas japonesas e as americanas procuravam cinco marines desaparecidos.

Imagem de arquivo mostra aviões que se aproximam para reabastecimento em local não revelado  — Foto: Cpl. Trever Statz / Marinha dos EUA via AP
Imagem de arquivo mostra aviões que se aproximam para reabastecimento em local não revelado — Foto: Cpl. Trever Statz / Marinha dos EUA via AP

Um militar americano foi resgatado e estaria em condição estável, de acordo com o ministro japonês da Defesa, Takeshi Iwaya. Ele está sendo examinado na base de Iwakuni, região de Hiroshima. Horas depois, uma segunda pessoa também foi resgatada, mas não há informações sobre o seu estado de saúde.

Os aviões do Corpo de Fuzileiros Navais (USMC, Marines) decolaram da base aérea dos Marines em Iwakuni e "realizavam treinamentos programados regularmente" quando o acidente aconteceu às 2h desta quinta (15h de Brasília, quarta-feira).

A colisão ocorreu a 100 km da costa do cabo de Muroto, na ilha de Shikoku, sudoeste do Japão. As circunstâncias do acidente são investigadas.

Os aviões envolvidos foram um caça F-18, com dois membros a bordo, e um avião de abastecimento KC-130, com cinco ocupantes. A pessoa resgatada estava dentro do caça, segundo o ministro japonês.

As Forças de Autodefesa japonesas mobilizaram nove aviões e três navios para as operações. Já a Guarda Costeira disponibilizou seis barcos e um avião. "Espero que todos sejam resgatados o mais rápido possível", declarou o ministro japonês da Defesa.

“Agradecemos os esforços das Forças de Autodefesa japonesas, que responderam imediatamente na operação de busca e resgate", informaram os Marines em um comunicado.

As Forças Armadas americanas têm quase 50 mil homens no território japonês.

Outros incidentes

Em novembro, um avião da Marinha americana caiu diante da costa da ilha de Okinawa, no sul do Japão, e seus dois tripulantes foram resgatados vivos.

As forças americanas também tiveram problemas recentemente com seus helicópteros Osprey, que foram obrigados a fazer vários pousos de emergência e um deles já causou um acidente fatal quando uma peça caiu no terreno de uma escola.

Os incidentes aumentaram a tensão entre Washington e Tóquio, dois aliados militares, e motivaram protestos contra o uso dos helicópteros Osprey por parte dos moradores de áreas próximas às bases americanas.

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