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'Queremos que a Venezuela volte à democracia', diz Bolsonaro a TV dos EUA

Em entrevista à Fox News, o presidente também defendeu o muro para separar EUA do México. Nesta terça, ele vai se encontrar com Donald Trump.
Por G1

O presidente Jair Bolsonaro disse em entrevista à TV norte-americana na madrugada desta terça-feira (19) que a Venezuela estará no centro das discussões durante o encontro com o presidente dos EUA, Donald Trump, na Casa Branca, nesta tarde.

Ao canal Fox News, Bolsonaro reafirmou que o presidente norte-americano mantém "todas as opções na mesa"em relação à Venezuela. "Nós não podemos falar em todas as possibilidades, mas o que for possível de forma diplomática", disse Bolsonaro, segundo tradutor da emissora.

A entrevista foi ao ar com tradução simultânea, e em alguns trechos não foi possível ouvir o que o presidente respondeu. Bolsonaro disse que o Brasil é o país mais interessado em pôr fim ao governo de Nicolás Maduro.

O presidente afirmou que o governo brasileiro está alinhado ao de Trump. "Hoje temos nova ideologia,…

Chancelaria chinesa convoca embaixador dos EUA por detenção de executiva da Huawei

O Ministério das Relações Exteriores da China convocou no domingo (9) o embaixador dos EUA na China, Terry Branstad, para apresentar "um forte protesto" devido à detenção de Meng Wanzhou, diretora financeira e vice-presidente da empresa de telecomunicações chinesa Huawei Technologies.


Sputnik

Além disso, o ministério declarou que Washington deveria retirar seu mandado de prisão. As medidas adicionais dependerão das ações dos EUA, informou o vice-ministro das Relações Exteriores da China, Le Yuchen, citado pela agência Reuters.


Logo da Huawei
© REUTERS / Aly Song

Em 8 de dezembro, a chancelaria chinesa convocou também o embaixador canadense em Pequim, John McCallum, como forma de protesto contra a detenção de Meng Wanzhou.

A executiva da Huawei foi detida em 1º de dezembro em Vancouver por suspeita de violação das sanções comerciais dos EUA contra o Irã. Washington solicita sua extradição para os EUA.

A Huawei Technologies afirmou não ter conhecimento de nenhum delito cometido por Wanzhou, acrescentando que a empresa "cumpre com todas as leis e regulamentos aplicáveis nos países em que opera, incluindo o controlo e as sanções de exportações".

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