Pular para o conteúdo principal

Postagem em destaque

Militares revelam como suas vidas foram destruídas pelo Exército dos EUA

O Twitter oficial do Exército dos EUA realizou uma pesquisa para averiguar como o serviço impactou a vida de seus militares.
Sputnik

Atualmente, mais de 9.000 pessoas já compartilharam suas opiniões. Apesar de constatarem que o serviço no Exército fortalece fisicamente e emocionalmente as pessoas, dando algum sentido às suas vidas e abrindo perspectivas profissionais, há muitos outros comentários com declarações céticas e críticas sobre a influência do Exército dos EUA no mundo, no país e na sua vida pessoal.

Várias pessoas compartilharam histórias de seus familiares que cometeram suicídio, sofreram de transtorno por estresse pós-traumático, passaram por mudanças radicais de caráter e comportamento ou deixaram de ser saudáveis depois de participarem em ações militares dos EUA.

Além disso, há aqueles cujos familiares ou eles próprios foram abusados durante o serviço.

Outros usuários recordaram que os horrores da guerra deixam cicatrizes na mente.

Diversos outros usuários da rede social compa…

Chanceler da Espanha critica saída dos EUA da Síria

A decisão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de retirar as tropas da Síria gera incertezas tanto em termos da luta antiterrorista da coalizão quanto em "conseqüências geoestratégicas mais amplas", disse neste sábado (22) o ministro das Relações Exteriores da Espanha, Josep Borrell.


Sputnik

"A decisão inesperada do presidente Trump de retirar as tropas norte-americanas da Síria levanta algumas questões e gera incerteza. Por um lado, a completa derrota do terrorismo jihadista na Síria está longe de ser um fato consumado e, portanto, há sérias dúvidas sobre como a coalizão contra o EI continuará a operar. Por outro lado, a nova situação pode complicar o processo que a ONU está tentando colocar em ação. Além disso, há dúvidas sobre [possíveis] mudanças na presença da Rússia e do Irã no país — com consequentes consequências geoestratégicas", twittou Borrell.


Resultado de imagem para Josep Borrell
Josep Borrell | Reprodução

O ministro observou que tais situações provavam a "necessidade de autonomia estratégica real da Europa", acrescentando, contudo, que ele não questionou a importância da OTAN.

De acordo com Borrell, a renúncia do secretário de Defesa dos EUA, James Mattis, também "cria uma lacuna significativa" na estratégia futura dos EUA.

A declaração vem logo após a porta-voz da Casa Branca, Sarah Sanders, anunciar na quarta-feira (19) que os Estados Unidos começaram a retirada de suas forças da Síria. Ela observou que a retirada das tropas não significou o fim da luta da coalizão internacional liderada pelos EUA contra o Daesh.

A declaração seguiu a observação do presidente Donald Trump sobre a derrota do Daesh na Síria. Trump acrescentou neste sábado (22) que "os países locais", incluindo a Turquia, devem ser capazes de lidar facilmente com os membros remanescentes do Daesh na Síria após a retirada dos EUA.

Comentários

NOTÍCIAS MAIS LIDAS

Postagens mais visitadas