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'Queremos que a Venezuela volte à democracia', diz Bolsonaro a TV dos EUA

Em entrevista à Fox News, o presidente também defendeu o muro para separar EUA do México. Nesta terça, ele vai se encontrar com Donald Trump.
Por G1

O presidente Jair Bolsonaro disse em entrevista à TV norte-americana na madrugada desta terça-feira (19) que a Venezuela estará no centro das discussões durante o encontro com o presidente dos EUA, Donald Trump, na Casa Branca, nesta tarde.

Ao canal Fox News, Bolsonaro reafirmou que o presidente norte-americano mantém "todas as opções na mesa"em relação à Venezuela. "Nós não podemos falar em todas as possibilidades, mas o que for possível de forma diplomática", disse Bolsonaro, segundo tradutor da emissora.

A entrevista foi ao ar com tradução simultânea, e em alguns trechos não foi possível ouvir o que o presidente respondeu. Bolsonaro disse que o Brasil é o país mais interessado em pôr fim ao governo de Nicolás Maduro.

O presidente afirmou que o governo brasileiro está alinhado ao de Trump. "Hoje temos nova ideologia,…

'Chegar o mais próximo possível do Irã': político russo explica presença dos EUA no Iraque

A principal razão da permanência do contingente militar dos EUA no Iraque é a tentativa de pressionar o Irã, com o qual pode começar um conflito no Oriente Médio, disse à Sputnik Aleksandr Sherin, vice-presidente do Comitê de Defesa do parlamento russo.


Sputnik

Na quarta-feira (26 de dezembro), Trump visitou os militares americanos no Iraque com sua esposa Melanya. Durante esta visita de Natal, o presidente dos EUA disse que não planeja reduzir o contingente militar americano no Iraque, apesar da retirada anunciada das Forças Armadas dos EUA da Síria.


Militares dos EUA em Mossul, Iraque
Militares dos EUA no Iraque © AFP 2018/ THOMAS COEX

"Eu acho que os EUA estão interessados principalmente no território do Irã. Eles estavam interessados na Síria como um trampolim para uma invasão terrestre do território iraniano. Hoje, o Irã é um importante centro de tráfego de combustíveis, tem enormes recursos naturais e trânsito de petróleo e gás", declarou Sherin.

Segundo ele, o Irã é um parceiro muito sério da China, tendo acesso ao mar Cáspio. Portanto, o Irã para os EUA é uma zona estratégica e tudo o que acontece no Oriente Médio tem o objetivo de "chegar o mais próximo possível do Irã".

Esta é uma tentativa de avaliar a possibilidade de passar para ações ativas, não do território da Síria, como planejaram, mas do território do Iraque, disse o parlamentar.

Sherin destacou que agora EUA precisam de provocar algum conflito em algum lugar no Afeganistão, para que esse conflito se espalhe para algum outro país ribeirinho do Cáspio, por exemplo, o Turcomenistão, porque isso permitiria aumentar a presença militar norte-americana nesta região.

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