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Análise: Brasil poderia se tornar 'vigilante' dos EUA na América Latina

O presidente norte-americano, Donald Trump, referiu a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN. O analista russo Pavel Feldman avaliou a possibilidade de entrada do Brasil na aliança, bem como que papel poderia desempenhar o Brasil no conflito na Venezuela.
Sputnik

Durante a visita oficial do presidente do Brasil Jair Bolsonaro aos EUA, foram discutidos os assuntos internacionais mais importantes, entre eles a cooperação bilateral entre os EUA e o Brasil e a situação na Venezuela.


Uma das declarações mais sensacionais foi a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN, referida pelo presidente dos EUA Donald Trump.

O vice-diretor do Instituto de Estudos Estratégicos e Prognósticos da Universidade Russa da Amizade dos Povos, Pavel Feldman, revelou em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik que os EUA são apenas um dos países da OTAN, há outros países cuja opinião deveria ser levada em conta nesse assunto.

Segundo ele, se o Brasil aderir à OTAN ele vai desempenhar o papel de vigilante d…

China efetua lançamentos de míssil balístico a partir de submarino, relata mídia

O Exército Popular de Libertação da China efetuou lançamentos de teste do míssil balístico Julong-3 (JL-3) a partir de um submarino, comunica a mídia americana citando uma fonte ligada ao sistema norte-americano de alerta precoce.


Sputnik

Segundo comunica o site The Washington Free Beacon, o míssil foi supostamente lançado no fim de novembro, entre os dias 20 e 23, a partir do submarino eletro-diesel Type 032.


Teste de míssil chinês
Lançamento de míssil chinês | PLA Daily

Atualmente essa embarcação se encontra no mar de Bohai (noroeste da China), comunica a mídia, acrescentando que, antes disso, o mesmo submarino participou de lançamentos do míssil JL-2 (versão modernizada do míssil balístico DF-31).

De acordo com a edição, o míssil JL-3 de combustível líquido foi desenvolvido na base do míssil balístico intercontinental terrestre DF-41. Por suas caraterísticas, esse míssil é semelhante ao americano Trident II D-5 e ao russo R-30 Bulava, sendo capaz de eliminar qualquer alvo localizado no território continental dos EUA.

O alcance máximo dessa arma é de 14 mil quilômetros. Supõe-se que um mesmo míssil tem a capacidade de lançar várias ogivas, cada uma delas atingindo alvos de maneira independente.

Em abril desse ano, a mídia também comunicou que exército chinês efetuou lançamentos, de caráter secreto, de um míssil aerobalístico parecido com os russos Kinzhal.

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